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quarta-feira, agosto 17, 2022

Sandy não quer carreira musical para filho e diz o porquê

Sandy está na capa da nova edição digital da revista Quem Acontece. Na entrevista, ela fala sobre casamento, maternidade e amadurecimento: no ano que vem, ela faz 35 anos. “É quase a metade do caminho pros 40 (risos). Assusta um pouco porque o tempo está passando muito rápido”. Mas o mais interessante da reportagem é o que ela conta sobre o filho Theo, que já demonstra ser muito musical. Natural, né? Nasceu em uma família de cantores e músicos – tanto do lado materno quanto paterno. Mas ela não quer que ele siga seus passos e se torne um artisa mirim.

– Ele gosta de “Dig-Dig-Joy”, “Resposta da Mariquinha”, “Desperdiçou”. Tudo ele assiste na internet. Ele canta tudo e canta direitinho. É afinado e tem ritmo pra caramba. Ele é musical, sempre gostou de música e sempre foi espontâneo, ele pedia, ele gostava de brinquedos musicais: percussão, bateria, guitarrinha. – diz a cantora – Eu realmente espero que não [siga meus passos], não tão jovem assim. Quero muito que ele tenha a música como hobbie, sabe?! Mas eu não posso decidir nada pelo meu filho. Eu sei que vou incentivá-lo a ter a música como hobbie porque é maravilhoso para o desenvolvimento. Mas espero que ele não seja artista, nem músico. Se ele quiser, é claro, vou apoiá-lo. Mas vou segurar ao máximo para que ele não seja artista mirim, nem artista adolescente. Porque eu sei das dificuldades.

Sandy acredita que ela e Júnior tiveram muita sorte desde o início. Mas ela sabe que nem sempre é assim – e o filho poderia passar por maus bocados. “É um mundo muito cruel e também frustrante. Tem muita gente que passa a vida inteira tentando e não consegue. Não consegue viver disso, não consegue espaço, não consegue se destacar. E a música é um pouquinho dependente do sucesso. Normalmente o artista tem a inspiração de ir para televisão, divulgar seu trabalho, ter sua música tocando na rádio. E se você não consegue isso, você fica frustrado. E é a maioria que não consegue”, pondera, “tivemos a sorte de termos muitas portas abertas por causa do meu pai e depois, fomos conquistando as pessoas, nosso espaço. Mas sem remar daquele jeito e morrer na praia. Sem derrotas no começo. Eu queria poupar o Theo dessas possibilidades ruins”.

Da Redação

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