15.1 C
Araçatuba
sábado, agosto 13, 2022

Com ataque em baixa, Santa Cruz deixou de marcar gols em dez jogos nesta Série B

Quando D’Alessandro marcou o segundo gol do Internacional em cima do Santa Cruz, no último sábado, Grafite colocou a bola no centro do gramado e levou as mãos à cintura. O olhar ficou perdido enquanto o argentino passava perto comemorando. O cenário de abatimento pode também ser visto como reflexo de um time que tem apresentado dificuldade para reagir, criar, fazer gols na competição. O jogo no Beira-Rio foi o décimo em que o Tricolor ficou sem balançar as redes nas 27 partidas que jogou na Série B.

Esse problema, na verdade, arrasta-se desde o início do campeonato. Vai além da gestão do técnico Marcelo Martelotte. A primeira partida que passou em branco no Brasileiro foi ainda na segunda rodada, na derrota por 1 a 0 para o CRB, em Alagoas, quando Vinícius Eutrópio ainda era o treinador do Santa Cruz. O mesmo problema se repetiu com Givanildo Oliveira. Com Marcelo Martelotte, a equipe ficou não marcou em três dos cinco jogos com o técnico.

Além da dificuldade para criar, o Santa Cruz também não conta com a figura de um artilheiro em boa fase. Já passaram pelo setor Halef Pitbull, Ricardo Bueno e, agora, encontra em Grafite a principal esperança. Juntos, contudo, eles marcaram apenas seis gols. Ricardo Bueno é autor de quatro deles, mas figura entre os reservas.

Para tentar solucionar esse caso, o técnico Marcelo Martelotte sinaliza que dará uma sequência a uma formação jogadores com perfil mais ofensivo. Assim como foi diante do Internacional, o Santa Cruz deve encarar o América-MG, neste sábado, no Arruda, com apenas um volante de origem no meio-campo.

“Demos um passo porque achamos a formação que conseguiu equilibrar uma partida que, de um modo, geral seria muito difícil equilibrar. Demos um sinal sinal de que, com essa postura, nós podemos seguir em frente e conseguir resultados altamente positivos.”

Da Redação

Ultimas Noticias