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Polícia Civil realiza segunda fase da operação ‘Furo Final’ e prende três pessoas

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A Polícia Civil realizou a segunda fase da operação ‘Furo Final’, que investiga uma quadrilha especializada em furtar estabelecimentos comerciais, principalmente supermercados, mediante o arrombamento de cofres com apenas um furo. Nessa quarta-feira (13), três pessoas foram presas, entre elas um dos líderes da organização.

Os trabalhos foram coordenados pelo delegado Thiago Barroca, responsável pela delegacia de Mirandópolis. Logo nas primeiras horas da manhã, cerca de 25 policiais civis, de seis município do noroeste e do oeste paulista, se concentraram em frente ao plantão policial de Birigui.

A Justiça de Martinópolis expediu quatro mandados de prisão preventiva contra os suspeitos, todos em Birigui. Três homens, com idades até 30 anos, foram presos. O quarto continuava foragido até o fechamento dessa edição.

“Um dos líderes dessa quadrilha foi preso hoje. Ele é suspeito de ter participado de grande parte desses furtos e de ter articulado as ações”, explicou o delegado.

Mas, a polícia suspeita da participação de mais pessoas na organização, por isso, os trabalhos investigados vão continuar nos próximos dias com esses novos elementos e os depoimentos dos presos na segunda fase. Os detidos foram encaminhados para o CDP (Centro de Detenção Provisória) de Lavínia, onde devem aguardar até o julgamento. Eles irão responder por furto qualificado e associação criminosa.

ESQUEMA CRIMINOSO

O nome da operação, ‘Furo Final’, remete justamente a esse modo de agir dos criminosos. Com um maçarico, eles faziam o furo nos cofres e fugiam levando quantias em dinheiro. Pelo menos, 30 comércios em 28 cidades diferentes foram alvos da quadrilha. O prejuízo estimado, até agora, ultrapassa os R$ 300 mil. pela quadrilha em Mirandópolis.

A quadrilha investigada era bastante articulada, segundo o delegado responsável pelas investigações. Tanto que para cometer os crimes, o homem apontado como líder da organização ligava para a Polícia Militar, na tentativa de despistar com a comunicação de falsas ocorrências e ganhar tempo para as ações.

PRIMEIRA FASE

A operação teve início no dia 21 de janeiro deste ano, também em Birigui. Na ocasião, os policiais cumpriram mandados de buscas nas casas dos suspeitos e conseguiram apreender maçarico, pé de cabra, roupas utilizadas nas ações, celulares e o malote de um dos supermercados. O objeto foi reconhecido pelo proprietário do comércio.

Durante as buscas na casa de um dos investigados, a polícia localizou um revólver caneta. O suspeito foi detido, prestou depoimento e foi liberado em seguida.

 


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