Mais uma escola municipal foi alvo de vândalos em Araçatuba. Desta vez, o crime ocorreu no bairro São José, na zona norte. Criminosos quebraram o vidro de uma janela usando pedras. O detalhe é que o mesmo estabelecimento de ensino foi vítima há dez dias. À época, os autores quebraram oito vidros de janelas entre os dias 13 a 16 de abril.
De acordo com informações do boletim de ocorrência, guardas municipais foram acionados pela Central de Operação após o alarme da instituição disparar. As equipes dirigiram-se até a rua Otávio Coelho, na escola municipal José Machado Neto.
Chegando ao local, eles constataram que os vândalos usaram quatro pedras e conseguiram quebrar o vidro da janela da recepção. Em seguida, os autores fugiram e até o fechamento desta edição não tinham sido localizados. Um boletim de dano ao patrimônio público foi feito e um inquérito instaurado para investigar mais um caso como esse, que vem se tornando cada vez mais comum no município.
Nesta semana, um projeto do vereador Denilson Pichitelli (PSL) que obriga a Prefeitura a instalar câmeras de segurança em todas as escolas municipais da cidade chegou a ser colocado na Ordem do Dia, durante a última sessão na Câmara Municipal realizada na segunda-feira (23), mas foi retirada da pauta a pedido do próprio parlamentar. Não há data prevista para quando a votação irá ocorrer.
Pelo menos uma ocorrência de furto ou dano nas instituições de ensino municipal de Araçatuba é registrada por semana. Por conta dessa situação, a prefeitura já estuda um projeto para a abertura de uma licitação, a fim de instalar câmeras nas escolas. “A Prefeitura está realizando um projeto técnico para licitar a instalação de câmeras de monitoramento para todas as escolas”, complementou.
SEGUNDA VEZ
A Emeb foi alvo de criminosos pela segunda vez em um curto período de tempo. De acordo com o depoimento da diretora da instituição, de 47 anos, vândalos quebraram oito vidros da janela da recepção e outros dois da secretaria no início de abril. Com a chegada da Guarda, as equipes localizaram no interior do estabelecimento de ensino pedaços de telha e concreto, levando a crer que os criminosos tenham usados os objetos na ação.

