Da Redação – Araçatuba
Um trabalho realizado pela Polícia Civil de Araçatuba durante a Operação “Pulo do Gato” resultou na prisão de quatro pessoas na manhã desta terça-feira (3), acusadas de fazerem parte de uma quadrilha especializada em golpes virtuais e estelionato.
Foram presos um influencer digital, que conta com mais der 100 mil seguidores nas redes sociais, além de outros dois homens e uma mulher na ação. Uma quinta pessoa foi identificada, mas até a publicação não havia sido localizada.
A Polícia Civil cumpriu, ao todo, 12 mandados de busca e apreensão em Araçatuba. Foram apreendidas notas de dinheiro em espécie, máquinas de cartões, aparelhos de celular, além de armas de fogo e munições.
Dentre os presos, inclusive, um deles acabou sendo preso em flagrante por posse de arma de fogo de forma irregular.
De acordo com investigação da Polícia Civil de Araçatuba, a quadrilha estava aplicando golpes por telefone e pela internet. A investigação realizada identificou o padrão das atividades ilícitas e fez com que os policiais chegassem até os executores.
Durante as investigações, a Polícia encontrou nas redes sociais imagens onde os acusados ostentavam grande quantidade de dinheiro. Eles teriam aliciado terceiros para que emprestassem as contas para armazenamento dos valores conseguidos com os golpes.
Dentre os golpes aplicados estariam o do falso advogado, que tem se tornado comum na cidade, além de outros como do falso parente.
Ainda não há informações exatas sobre o número de vítimas e os valores que foram subtraídos, porém, boletins de ocorrência dão conta de que algumas das vítimas podem ser das regiões de São Paulo (SP) e Campinas (SP). Também haveria pessoas que fazem parte da quadrilha e que residem em Bauru (SP).
Os quatro presos foram levados à Central de Polícia Judiciária de Araçatuba e seguem à disposição da Justiça.
O objetivo após a apreensão dos materiais e prisão dos investigados é analisar todo o material que foi apreendido para dar sequência nas investigações. A Polícia suspeita que mais pessoas estejam na organização. Além disso, os policiais também querem descobrir quem são os executores dos golpes.




