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segunda-feira, maio 23, 2022

Articulador do PTB na região acredita que “voto distrital” precisa partir da população

DIEGO FERNANDES – ARAÇATUBA

O articulador regional do PTB, Rodrigo Andolfato, esteve nos estúdios da Clube FM 96,3 e da Jovem Pan Araçatuba 104,3 FM nesta quarta-feira (9), e reafirmou, em entrevista, a importância de se ter um candidato local eleito para a Câmara dos Deputados e outro para a Assembleia Legislativa. 

 

Segundo ele, que também é empresário, é importante que as emendas parlamentares de um deputado sejam enviadas apenas para a região, para que haja crescimento e desenvolvimento nos 43 municípios da região de Araçatuba.

 

“Vários deputados federais mandam emendas para a nossa região. Você soma tudo e pensa que é muito dinheiro. Mas aí você faz uma segunda conta, ele não faz isso só para a nossa região, ele faz para todas as regiões que ele tenta pulverizar voto. Nós temos 15 regiões administrativa, um deputado que manda dinheiro para a Alta Noroeste, se mandar o mesmo valor para cada uma das 15, significa que nós temos como trazer para a nossa região 15 vezes mais dinheiro do que se chega hoje em dia. E nossa região precisa destas receitas”, analisou.

 

De acordo com Andolfato, antes de exigir a lei do voto distrital, ideia bastante discutida no Congresso há vários anos, mas nunca levada adiante, é necessário reforçar ao público a importância de se votar em candidatos da própria região nas eleições de deputado federal e estadual.

 

“Porque político gosta do modelo antigo? Porque fica muito pulverizado e aí ele não tem compromisso com região nenhuma. No meu jeito de pensar, um político tem que ter compromisso com a região que ele trabalha, mora, e procura o desenvolvimento, por isso que nós trabalhamos com essa ideia”, falou Andolfato sobre seu atual trabalho no PTB. 

 

Andolfato, que é pré-candidato ao cargo de deputado federal, afirma que dentro da região é possível a eleição de um parlamentar mesmo com as diferentes ideologias da população.

 

“Se a gente pegar os vários escopos ideológicos que existem: mais para a esquerda 30%, mais para a direita 30%, centrão 40%, se você pegar 550 mil votos e levar para a direita 30%, nós estamos falando de 150 mil votos, se você pegar direita mais centro, estamos falando de 350 mil votos. Isso tudo nós temos que trabalhar pensando em instruir o cidadão, que tem que entender que o voto dele colocado num candidato que vem de fora é um voto desperdiçado”, concluiu.

 

 

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