INVESTIGAÇÃO - Trabalho durou seis meses, com 200 cabeças de gado recuperada e culminou com nove presos SÍLVIO ROMERO

Ação conjunta da Polícia Civil resulta na prisão de envolvidos em furto de gado

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DA REDAÇÃO – ARAÇATUBA

Operação coordenada pelo delegado Sebastião Biazi, titular da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Jales com apoio de policiais das regiões de Araçatuba e Tupã, resultou na prisão de nove pessoas envolvidas no furto de gado. Foram sete integrantes da quadrilha e mais dois receptadores. Segundo o delegado Biazi, a quadrilha furtou mais de 500 cabeças de gado, causando prejuízo superior a R$ 1 milhão aos produtores rurais. Isso porque a polícia recuperou muitos animais.

De acordo com o delegado Sebastião Biazi, trata-se de uma organização criminosa especializada no furto de gado e bem estruturada. O trabalho de investigação vinha sendo feito há pelo menos seis meses, com algumas ações pontuais que resultaram na recuperação de animais. Nessa quarta-feira (14), foi desencadeada a operação para cumprimento de mandados judiciais, resultado na prisão de sete pessoas da quadrilha e dois receptadores. “Foi preso o líder da organização criminosa, planejava e financiava as ações”, disse o delegado.

O delegado disse que a organização criminosa atuava nas regiões de Jales, Araçatuba, Mirandópolis e Tupã. “Estimo que subtraíram aproximadamente 500 cabeças de bovinos, das quais cerca de 200 conseguimos recuperar. Recuperação 30 em Jales, 90 em Quatá (região de Tupã), 25 na região de Mirandópolis e mais 54 cabeças na região de General Salgado. Dos nove indivíduos presos, um é o líder da organização criminosa, que dava apoio logístico, operacional e financeiro. Os demais dois são receptadores, que compravam os animais subtraídos e os demais integrantes faziam o trabalho da ação criminosa em campo, fechando e carregando os animais bovinos”, esclareceu o delegado durante entrevista.

Segundo o delegado, com apoio de equipes policiais de Araçatuba e Tupã, foi possível dar uma resposta rápida à sociedade, já que o produtor rural sofre muito com essas ações criminosas. Na avaliação do delegado, mesmo com animais recuperados, o prejuízo aos produtores rurais pode superar R$ 1 milhão.

O delegado Sebastião Biazi explicou que inicialmente integrantes da quadrilha faziam levantamento da área. Quando definiam o alvo, o líder ia e levava os demais comparsas até a região. Os animais eram fechados e os caminhões carregados. O itinerário e os locais de desembarque já estavam previamente definidos.

Durante as investigações, a quadrilha sofreu quatro “invertidas”, como disse o delegado, recuperando 200 cabeças. Mesmo assim, o grupo mantinha a ação criminosa. Agora o trabalho culminou com nove pessoas presas, inclusive o líder do grupo criminoso.

 


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