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    Home»Cidades»Andradina»Produção de etanol de 2ª geração vai abrir 200 novos empregos em Andradina
    Andradina

    Produção de etanol de 2ª geração vai abrir 200 novos empregos em Andradina

    By dfernandesmr7 de novembro de 2023Nenhum comentário4 Mins Read
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    CONSTRUÇÃO - Empresa está investindo R$ 1,2 bi em usina em Andradina
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    Da Redação – Andradina

    O investimento bilionário da Raízen em Andradina e a geração de mais de 200 empregos especializados, foi tema de uma reunião entre representantes da empresa, direção da Fundação Educacional e prefeitura de Andradina.

    Na reunião no Gabinete do prefeito, Mário Celso Lopes, participaram as representantes da Raízen, Ana Silveira e Jessica Beluzzi e a diretora da FEA, Carla Baleroni Guerra.

    A empresa já deu início da construção de duas novas usinas no interior paulista que utilizam o bagaço da cana-de-açúcar para obter o combustível. Uma dessas novas plantas é anexa à Usina Vale do Rosário, em Morro Agudo, e a outra na Usina Gasa, em Andradina. As novas unidades terão investimento de R$ 1,2 bilhão e a capacidade para produzir 82 mil m3 de E2G por ano e gerar mais de 200 empregos novos e especializados.

    “Essa reunião é para mostrar a necessidade de criação de cursos ligados a áreas na produção de álcool, já que a oferta de empregos especializados sempre requer u profissional atualizado”, disse Jéssica.

    Com essas duas novas usinas em construção, a Raízen terá agora cinco obras de E2G em andamento. As outras plantas sendo construídas estão localizadas nos municípios paulistas de Guariba, Valparaíso e Barra Bonita.

    “A empresa já iniciou a construção de duas plantas de etanol de segunda geração, mas pretende ter 20 novas unidades até 2030. Investir nestas carreiras proporcionará um futuro promissão para nossos jovens”, disse o Prefeito.

    Entenda

    Joint-venture entre o Grupo Cosan e a Shell, a Raízen iniciou a produção de etanol de segunda geração em 2015, na planta industrial anexa ao bioparque Costa Pinto, em Piracicaba (SP).

    “A Raízen é pioneira e única empresa do mundo a comercializar o etanol de segunda geração em escala global. Costa Pinto é a maior planta de E2G do mundo. Durante o ano safra 2022-2023, produzimos e comercializamos 30 mil m3 do produto”, salienta Pessoa. Atualmente, a Costa Pinto é a única planta de etanol celulósico da Raízen em operação. “O E2G que fabricamos é um produto diferenciado, de alto valor agregado. Praticamente todo o etanol de segunda geração produzido pela Raízen é exportado”.

    A maior parte da produção da planta de E2G Andradina já está comercializada para diferentes clientes internacionais. Praticamente toda a produção do E2G é enviada para a União Europeia. Os clientes do E2G da Raízen são, em geral, empresas que se preocupam com a descarbonização e que veem no E2G um produto premium, capaz de apoiá-los no atingimento de suas metas de sustentabilidade.

    Por ser fabricado a partir de resíduos como bagaço e palha de cana-de-açúcar, o E2G aumenta em 50% o potencial de produção de biocombustíveis, sem a necessidade de se aumentar a área cultivada.

    Produção

    Etanol de segunda geração (E2G) é um biocombustível avançado feito a partir dos resíduos restantes do processo de fabricação do etanol comum (etanol de primeira geração ou E1G) e do açúcar. Quimicamente, é como o E1G, a grande diferença está na forma de produzi-lo. O E2G utiliza biomassa vegetal lignocelulósica, reaproveitando resíduos vegetais – palha, folhas, bagaço, cavaco, entre outros. Enquanto o etanol de primeira geração e o açúcar são produzidos a partir da cana-de-açúcar, o E2G é feito da palha e do bagaço da cana-de-açúcar.

    A produção de E2G acontece por um processo tecnológico de pré-tratamento da biomassa, hidrólise e posteriormente fermentação. As estruturas vegetais têm alguns compostos básicos: lignina, celulose, hemicelulose, cinzas e água. A lignina é um composto estrutural de cadeia longa que confere rigidez à planta. Para que se possa produzir álcool, é necessário disponibilizar os carboidratos (celulose e hemicelulose) e, para isso, é necessário quebrar ou soltar a lignina dos demais compostos.

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