Policial militar aposentado tem prisão temporária decretada, mas permanece foragido

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A Justiça expediu mandado de prisão temporária ao sargento aposentado da Polícia Militar José Carlos Lima, de 53 anos, suspeito de ter assassinado a tiros o secretário de Obras de Itapura, Adalberto Velcírio Novelli Fabrão, de 58 anos. O crime ocorreu no último fim de semana na prainha de Itapura. O autor ainda continua foragido.

Em entrevista ao SRC (Sistema Regional de Comunicação), o delegado responsável pelas investigações Miguel Gomes da Rocha Neto informou que a prisão é válida por 30 dias, mas dependendo da situação poderá se converter em preventiva, ou seja, por tempo indeterminado até que o caso vá a julgamento.

Além disso, Neto dá como quase descartada a hipótese de que o crime teria sido cometido por motivação política, já que os dois pertenciam ao mesmo grupo político. “O que nós sabemos até agora é que a discussão teria começado após uma provocação da vítima. Ela realmente era uma pessoa que não levava desaforo para casa e teria xingado o autor. Mas, nada justifica a atitude do policial aposentado”, informou.

A Polícia Civil já ouviu testemunhas e familiares dos envolvidos. Até agora ninguém sabe do paradeiro do policial militar aposentado. Por isso, o delegado reafirma que qualquer informação possa ser repassada por meio do telefone 197. A identidade do denunciante é preservada.

Uma testemunha ouvida pela reportagem do SRC, que não quis se identificar, confirmou que José Carlos Lima sempre teve uma postura de pouca paciência, inclusive quando ainda exercia a função de sargento da Polícia Militar.

O CRIME

O assassinato do secretário de Obras de Itapura ocorreu na tarde do último sábado (9). A vítima e o investigado tiveram uma discussão momentos antes dos tiros serem disparados. O policial militar teria sacado a arma em determinado momento e efetuado dois disparos contra Fabrão. Ele chegou a ser socorrido com vida por populares, mas morreu dentro da ambulância que fazia a transferência para Ilha Solteira. O corpo teve que ser encaminhado para o IML (Instituto Médico Legal) de Andradina, onde passou por exame necroscópico. O laudo deverá ficar pronto em até 30 dias.

 


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