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Justiça marca júri popular de atirador que matou casal no bairro Jussara

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A Justiça marcou para o dia 27 de novembro o julgamento de Laire Antônio Neves Feltrin, acusado de ter atirado e assassinado o casal Egídio Ribeiro e Clarice Miranda Ribeiro no dia cinco de outubro de 2014, na rua Aparecido Romando, no bairro Jussara, em Araçatuba.

 

O réu é o único que ainda não foi julgado pelo crime, depois que a defesa dele recorreu da sentença de pronúncia. Em março deste ano, o tribunal decidiu que ele deveria ir a júri popular. O mandante da ação, Carlos Alberto Sales já foi condenado a 35 anos de prisão. Já Emerson Ferreira de Brito, que levou o atirador até a casa das vítimas, foi condenado a 32 anos de reclusão.

 

De acordo com a denúncia do Ministério Público, os assassinatos do casal ocorreram por volta das 20h10 daquele dia. Segundo apurado, o filho das vítimas conviveu em união estável com a filha de Carlos Alberto por determinado período de tempo. Acontece que o relacionamento deles chegou ao fim, mas o rapaz não aceitava o término e constantemente perturbava a mulher.

 

Três meses antes do crime ser cometido, o filho do casal assassinado teve uma discussão com Carlos Alberto. Em razão disso, o condenado decidiu matá-lo com a ajuda do outros dois réus, amigos dele na época.

 

Ainda segundo o MP, Emerson e Laire estavam em uma VW/Saveiro branca. O primeiro dirigia o veículo e o segundo segurava a arma de fogo. Ao chegarem até o endereço, eles encontraram o alvo sentado na calçada, mas este conseguiu correr para os fundos do imóvel.

 

Laire encontrou, primeiro, o pai do rapaz, apontou a arma a ele e disparou um único tiro contra seu abdômen, o que causou a morte. Já Clarice estava no banheiro e contra ele foram feitos quatro disparos. Após os assassinatos, a dupla fugiu. O filho das vítimas acionou a Polícia Militar e o Resgate.

 

Minutos depois da ação, as equipes policiais conseguiram deter Emerson escondido debaixo de uma mesa. Naquele dia, Laire não havia sido localizado. As prisões dele e do mandante do homicídio ocorreram meses depois.

 


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