Plantão Policial

Quadrilha que furtava gado é condenada a mais de 50 anos de prisão

A Justiça da Comarca de Buritama, região de Araçatuba, condenou uma quadrilha, formada por dez homens, a mais de 53 anos de prisão. Eles são acusados de praticarem diversos furtos de gados no município em 2016. A sentença foi proferida pelo juiz de direito Eric Douglas Soares Gomes.

 

De acordo com a denúncia apresentada pelo Ministério Público à época, o primeiro furto registrado foi em um sítio, no bairro Correguinho, em Buritama. O crime ocorreu em maio de 2016. Na ocasião, os réus furtaram 17 cabeças de gado.

 

Três meses depois, em uma ação parecida, a quadrilha agiu em outra propriedade rural em uma estrada que liga Turiúba a Buritama, bairro Ipezinho. No total, 22 cabeças de gado foram furtadas durante a ação criminosa.

 

Em setembro de 2016, mais uma ação. Dessa vez os criminosos furtaram uma novilha e dois porcos caipiras. No mês seguinte, eles subtraíram 29 novilhas de um sítio. Ainda em outubro, os criminosos furtaram 42 cabeças de gado dentro de uma fazenda.

 

Na última ação realizada pelo grupo criminoso foram levadas quatro cabeças de gado. Alguns dias depois, os dez homens foram presos pela polícia e denunciados um mês depois pelo Ministério Público pelos crimes de furto, falsidade ideológica (os bandidos emitiam notas frias para realizarem o comércio), além de associação criminosa. Existe a suspeita de que outros integrantes conseguiram fugir das prisões.

 

SENTENÇA

 

Na sentença, o juiz Eric Douglas Soares Gomes levou em conta a peculiaridade da acusação contra cada réu. Por isso, as penas de todos os acusados, somadas, são de aproximadamente 53 anos e oito meses de prisão, conforme detalha a reportagem.

 

Os réus Carlinhos Martins Teixeira e Renato Toneti Neves foram condenados a dois anos e 29 dias de reclusão em regime aberto. Já Paulo Guilherme da Silva Wedekim foi sentenciado a cumprir cinco meses e três dias, também em regime aberto.

 

O réu Heder Barbosa Macedo foi condenado a cinco anos, três meses e 15 dias de prisão em regime fechado. Na sequência, aparecem Edicarlos Gonçalves Masson (seis anos, sete meses e 11 dias), José Guilherme dos Santos (13 anos, três meses e 13 dias), Reginaldo da Silva (12 anos, 11 meses e 26 dias), Paulo Henrique Linares (nove anos e dois dias) e Francisco Cláudio Gonçalves (11 anos, dez meses e 13 dias), todos estes em regime fechado.

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