Plantão Policial

“Pelo amor de Deus, devolvam meu material de trabalho”, implora professora após ser furtada

“A gente se sente inseguro. É revoltante isso. Pelo amor de Deus, devolvam meu material de trabalho”. As palavras são de uma professora da Educação Infantil da Prefeitura de Araçatuba, de 43 anos idade. Ela teve pastas, materiais escolares, pen drives e um notebook furtados de dentro de um veículo GM/Corsa no último fim de semana. O automóvel estava estacionado em frente a casa onde a vítima mora, na rua João Celoni, no Conjunto Habitacional Pedro Perri.

De acordo com informações apuradas pela reportagem do jornal O LIBERAL REGIONAL, a professora chegou em casa durante a noite da última sexta-feira (07), deixou o carro estacionado em frente a residência e acabou dormindo. Na manhã do dia seguinte, ele teve uma surpresa desagradável. Descobriu que pessoas desconhecidas tinham arrombado a porta do veículo e levado todos os materiais de trabalho dela, como provas, livros e até mesmo pen drives com a dissertação de mestrado em Educação.

Ela procurou a Central de Flagrantes para registrar boletim de ocorrência, mas até agora os suspeitos não foram encontrados. Algumas horas depois do crime, a mulher encontrou alguns livros jogados em um terreno baldio ao lado da casa onde mora, mas o notebook e os pen drives até agora estão desaparecidos.

Segundo a declarante, os furtos são frequentes nas imediações. “A gente se sente abandonado. Eles aproveitam um terreno com mato para se esconder. Já houve furto de moto, de bolsa. Também é frequente jovens usarem drogas por aqui”, revelou.

A reportagem entrou em contato com o Comando da Polícia Militar de Araçatuba sobre o patrulhamento na região, mas até o fechamento desta edição não havia recebido nenhum retorno. Para a professora, fica a indignação.

“Eu não quero mais nada, só estou pedindo meu material de trabalho de volta, por favor”, complementou.

Quem tiver alguma informação sobre o paradeiro dos suspeitos ou, ainda, encontrar algum objeto deve informar diretamente à Central de Flagrantes ou ainda telefonar para o telefone 147, da Polícia Civil.

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