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DA REDAÇÃO – TRÊS LAGOAS


A unidade de Estratégia de Saúde da Família – ESF Vila Haro, com o apoio e orientações da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), por meio do Programa Municipal de Controle da Hanseníase, vem dando atenção especial à mensagem do “Janeiro Roxo”. O mês de janeiro, desde 2016, foi intitulado pelo Ministério da Saúde, como o mês de ações de orientação, educação, diagnóstico e prevenção de Hanseníase em todo o Brasil.

Nesse sentido, para 2020, a equipe da ESF Vila Haro já iniciou ações de atenção especial a um grupo de sete pacientes, em tratamento de Hanseníase, que se reunirá na primeira quarta-feira de cada mês.

“Nesse dia, esses pacientes, seguindo os protocolos estabelecidos pelo Ministério da Saúde, receberão o apoio, acompanhamento e orientações de profissionais da Saúde, como Médico, Psicólogo, Enfermeira e Fisioterapeuta, como explicou a coordenadora da ESF Vila Haro, enfermeira Andressa Torres. Nesse trabalho, de atenção especial aos pacientes em tratamento de Hanseníase, a enfermeira Andressa conta também com a participação da enfermeira Polyana Cestari.

Entre as demais ações, já desenvolvidas no “Janeiro Roxo”, mês de prevenção e conscientização da hanseníase, houve um encontro para orientações, educação e diagnóstico de novos casos e a equipe da ESF Vila Haro também recebeu o pessoal do Programa Municipal de Controle da Hanseníase, na manhã desta quinta-feira (16).

Neste “Janeiro Roxo”, a médica dermatologista Maria Angélica Gorga e a enfermeira Sebastiana Garcia de Freitas Tosta, do Programa Municipal de Controle de Hanseníase, estão percorrendo as Unidades da Atenção Primária de Saúde, para treinamento e capacitação de médicos e enfermeiros para diagnóstico e tratamento da doença.

Por isso, a mesma ação de orientação e prevenção de Hanseníase já foi realizada nas unidades de Saúde do Interlagos, Santo André, Paranapungá, Vila Piloto, Santa Rita e Jardim Atenas.

São ações que visam “o treinamento prático na avaliação de pacientes com suspeitas de Hanseníase, junto aos médicos, enfermeiros e técnicos de enfermagem que trabalham nas unidades”, explicou a enfermeira Sebastiana.

Para o paciente com Hanseníase, o diagnóstico, acompanhamento e tratamento passam a ter suporte na unidade de Saúde da área de abrangência do bairro em que ele reside e o Programa Municipal de Controle da Hanseníase continua no Centro de Especialidades Médicas – CEM, “como referência da SMS de Três Lagoas”, observou Sebastiana.

“São ações de educação e prevenção, porque quanto mais cedo a Hanseníase é diagnosticada, mais eficiente se torna o tratamento”, comentou a médica dermatologista Maria Angélica, enquanto orientava os profissionais da saúde sobre questões de diagnóstico, tratamento e demais atenções ao paciente com Hanseníase.

Do total de 31 pacientes de Três Lagoas em tratamento de hanseníase, sete residem na área de abrangência da ESF Vila Haro.


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