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ANTÔNIO CRISPIM – ARAÇATUBA

Um trecho da BR 262, de apenas 3,6 quilômetros, em Castilho, está deixando usuários preocupados diante da imprudência de motoristas que entram e saem de um posto de combustíveis instalado no cruzamento da BR com a Rodovia Marechal Rondon. Vários acidentes já foram registrados e muitos condutores tiveram que sair da estrada para evitar acidente. Tudo é causado pela imprudência de motoristas que deixam de cumprir regras elementares de trânsito e a sinalização do local. Além disso, a fiscalização da Polícia Rodoviária Federal não é constante.
O Departamento Nacional e Infraestrutura de Transporte (Dnit) construiu uma nova ponte sobre o Rio Paraná entre Castilho e Três Lagoas. No lado de Mato Grosso do Sul foi construída um via que interliga à antiga estrada. Já no lado de São Paulo, o prolongamento da Rodovia BR 262 tem 3,6 quilômetros até a rotatória com a Rodovia Marechal Rondon. A manutenção no lado paulista é jurisdicionada ao Dnit de São José do Rio Preto, distante 250 quilômetro. O Dnit de Três Lagoas, nada pode fazer. Questão territorial.
O engenheiro chefe do Dnit de Três Lagoas, Milton Rocha Marinho, disse que a obra foi projeta e executada pela unidade. No projeto inicial, estava prevista a construção de guarda-corpo de concreto dividindo as pistas entre as rotatórias da Marechal Rondon e de retorno, em trecho de aproximadamente 500 metros. No entanto, no decorrer da obra, houve necessidade de mudanças no projeto e o a divisória não foi construída. Porém, o projeto e a proposta foram encaminhadas ao Dnit de Rio Preto.
Marinho admitiu o perigo no trecho e atribuiu aos erros dos motoristas, que não obedecem s sinalização. “Quando se coloca tachões na divisão de pista, é proibido o cruzamento”, disse ele. Na avaliação do engenheiro, a Polícia Rodovia Federal deve desenvolver ações de fiscalização e orientação dos motoristas até que uma outra medida técnica seja adotada.
De acordo com o engenheiro, no início chegou-se a cogitar o fechamento do acesso ao posto, mas houve até ação na justiça~, já que estava estabelecido antes da construção da estrada. Diante disso, o órgão recorreu à sinalização de trânsito. Espera-se que a Polícia Rodoviária Federal intensifique a fiscalização no local.

CONVÊNIO
Outra medida apontada por Milton Marinho que que já chegou a ser conversada, seria um convênio entre os governos estadual e federal, para que o trecho da BR 262 passe para jurisdição do governo paulista e seja incorporada à concessão da Rodovia Marechal Rondon. Segundo Marinho, houve reunião nesse sentido, mas a decisão é na esfera governamental. Ele não vê qualquer impedimento para que isso ocorra, já que a BR 262 e a Marechal Rondon são coincidentes até Andradina (SP 563), Rodovia General Euclides de Oliveira Figueiredo.

IMPRUDÊNCIA
A reportagem de O LIBERAL REGIONAL nessa semana esteve no local e constatou que motoristas que transitam sentido Rodovia Marechal Rondon à ponte nova, ao invés de irem até o retorno (500 metros) para voltarem ao posto, atravessam a pista. Quem está no posto e que deveria ir atá a rotatória da Rondon (100 metros) e retornar para seguir viagem para a ponte nova, também atravessa a pista. Os sustos são constantes. E o problema não é só motoristas de caminhão que cometem a imprudência. Até motociclistas foram flagrados cometendo o erro.

a5 Cruzamento Posto Castilho BR 262 (31)
PERIGO – Caminhão atravessa a posta na frente de outro veículo; iregularidades são constantes no local
ANTÔNIO CRISPIM


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