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Guaiçara tem quatro candidatos a prefeito

ARNON GOMES – GUAIÇARA

Guaiçara tem quatro candidatos a prefeito na eleição suplementar que acontecerá no final deste mês. Os nomes foram confirmados em convenções realizadas na semana passada e na última sexta-feira, quando encerrou prazo para registro das candidaturas na Justiça Eleitoral.
Um deles é o prefeito em exercício, Bruno Floriano de Oliveira (DEM). Para dar continuidade à sua gestão, iniciada há quase dois meses, o democrata concorrerá pela coligação “Compromisso com o Povo”, que tem como aliado apenas o PTB. Os petebistas indicaram a vice na chapa, Flávia Ramos Bittencourt Leão Cabral.
Até agosto, ela era a vice-prefeita da cidade. Mas, com a cassação do então prefeito Osvaldo Afonso Costa, o Vadinho (DEM), com base na Lei da Ficha Limpa, o registro de candidatura dele na eleição municipal de 2016, quando a dupla se elegeu, foi impugnado. Vadinho teve sua condenação mantida pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral) por causa de contas públicas rejeitadas em virtude de ato de improbidade administrativa, no primeiro mandato de prefeito.
Com a cassação do prefeito e vice, Bruno, que era o presidente da Câmara, assumiu o Executivo interinamente e o TSE marcou uma nova eleição para prefeito no póximo dia 27. A candidatura de Flávia a vice mais uma vez foi possível porque, ao contrário de Vadinho, ele não foi declarada inelegível.
Dos três adversários de Bruno, apenas concorrerá por meio de coligação: o candidato Elias Cordeiro da Silva. Seu partido, o Republicanos, coligou com o PL, que lançou o vice Juraci da Cruz na aliança “Guaiçara é 10”.
As outras duas candidaturas são isoladas, ou seja, não resultaram de composição. O PSB lançou o candidato Sergio Aparecido da Silva, que tem como vice seu correligionário Marcelo Pereira Rodrigues.
Já o PSC entra na corrida eleitoral com o candidato Antonio Paulino, o Tunico da Campo Belo. Seu vice será Adão Aparecido Guimarães de Almeida, do mesmo partido.
PROPAGANDA
Com as candidaturas definidas, desde sábado, os postulantes estão fazendo suas propagandas eleitorais. A previsão é que, até a próxima segunda-feira (dia 7), todos os pedidos de registro de candidatos a prefeito e a vice-prefeito, exceto os impugnados, estejam julgados pela Justiça Eleitoral, com suas respectivas decisões.
Na mesma data, encerra-se o prazo para eventuais substituições de candidaturas. A diplomação dos eleitos em 27 de outubro está marcada para 29 de novembro. Ou seja, o vencedor da eleição suplementar terá pouco mais de um ano de governo.
Segundo a Justiça Eleitoral, no município, 8,6 mil pessoas estão aptas a votar ir às urnas neste ano.

 

Em General Salgado, apenas um candidato deferido

Em General Salgado, a menos de uma semana da eleição em que também será escolhido o novo prefeito, até a tarde de ontem, a Justiça Eleitoral só havia aprovado o registro de candidatura de um dos pretendentes: o prefeito em exercício, Andriano Eugênio Barbosa (Patriotas).
A morosidade na decisão pelo deferimento, ou não, das das demais candidaturas pode estar atrelada ao impasse que virou o processo eleitoral nos últimos dias.
Então lançado candidato pelo Avante, Ivan Pereira Galo, renunciou. Em seu lugar, entrou sua própria mãe, Maria Pereira Gallo. Entretanto, o Judiciário rejeitou seu pedido de candidatura, ao constatar que ela nem o vice Antonio Donizetti Gandolfo possuem filiação partidária, requisito básico para participação no pleito.
Já a candidatura de José Augusto Carvalho Neto (PSDB) também aguarda julgamento porque foi lançada após renúncia do postulantes David Rodrigues (DEM).
A eleição suplementar de General Salgado ocorrerá neste domingo. Os eleitores terão de voltar às urnas por causa da cassação do ex-prefeito Leandro Rogério de Oliveira e do ex-vice Paulo César de Almeida, ambos do PL.

 

Mirandópolis: prefeito interino deve continuar

Outro impasse, porém em contexto diferente, ocorre em Mirandópolis. Pelo calendário da eleição suplementar, a posse de Everton Sodário (PSL), deveria acontecer na próxima sexta-feira, dia 3. Mas é pouco provável que ocorra. O representante do partido do presidente Jair Bolsonaro venceu a eleição, mas permanece com sua candidatura impugnada. Não há previsão, nesta semana, de julgamento de recurso dele contra decisão do TRE-SP (Tribunal Regional Eleitoral) que indeferiu a candidatura de Mirão do Sisem (PSL), vice de Sodário, julgamento este que atingiu toda a chapa. A Justiça Eleitoral constatou que o vice tinha dupla filiação partidária – no caso, PSL e PP.
Enquanto o problema não é resolvido, o prefeito em exercício, Carlos Ortega (MDB), segue à frente do Exercício.

 

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