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    Araçatuba

    Auxílio-Aluguel chega a um ano com apoio a 164 mulheres em situação de violência na região de Araçatuba

    By dfernandesmr19 de março de 2026Nenhum comentário3 Mins Read
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    Da Redação – Araçatuba

    A região de Araçatuba registra adesão de 164 mulheres ao Auxílio-Aluguel para Mulheres Vítimas de Violência Doméstica neste primeiro ano do programa. No estado, mais de seis mil mulheres já foram atendidas. O programa somou um investimento de R$ 415,5 mil na região, e R$ 16,5 milhões em todo o estado.

    Os dados consolidados pela SEDS para o período de março de 2025 a fevereiro de 2026 marcam o primeiro aniversário dos repasses neste mês.  A iniciativa chegou a 585 municípios paulistas, um indicativo da abrangência da política pública e do papel central da rede municipal de assistência social como porta de entrada para o benefício.

    O perfil das beneficiárias revela que a maioria está em plena fase economicamente ativa. A faixa etária mais representada é a de 30 a 39 anos, com 2.002 mulheres – 38,8% do total. Em seguida aparecem as mulheres entre 40 e 49 anos (1.321 beneficiárias, 25,6%) e entre 20 e 29 anos (1.241 atendidas, 24,0%). Juntas, mulheres de 20 a 39 anos somam 3.243 beneficiárias, ou 62,8% do público atendido.

    A concentração nessa faixa etária reforça a importância da autonomia financeira como fator decisivo para romper o ciclo da violência e reconstruir trajetórias pessoais e familiares.

    Criado pelo Governo do Estado de São Paulo, o programa oferece uma ajuda de custo mensal de R$ 500 por seis meses, com possibilidade de renovação por igual período. O objetivo é garantir condições concretas para que mulheres em situação de vulnerabilidade possam se afastar de relações violentas com segurança e dignidade.

    “O Auxílio-Aluguel é uma ferramenta concreta de proteção e autonomia. Com ele, o Estado oferece às mulheres condições reais para romper o ciclo da violência, preservar a própria vida e reconstruir seus projetos com dignidade e segurança”, afirma a secretária de Desenvolvimento Social, Andrezza Rosalém.

    Podem solicitar o benefício mulheres que possuam medida protetiva expedida pela Justiça, residam no Estado de São Paulo, estejam em situação de vulnerabilidade e cuja renda, até o momento da separação, não ultrapasse dois salários mínimos. O cadastramento é feito pela rede municipal de assistência social nos municípios participantes. Após análise e aprovação, o valor é disponibilizado por meio de Poupança Social no Banco do Brasil, diretamente às beneficiárias.

    Além do suporte financeiro, o programa articula outras políticas públicas municipais, ampliando o acesso a serviços de proteção social, orientação e acompanhamento às mulheres atendidas em todo o estado.

    Onde buscar ajuda:

    Na Assistência Social:

    Centros de Referência da Assistência Social (CRAS), Centros de Referência Especializados de Assistência Social (CREAS) e Centros de Referência de Atendimento à Mulher;

    Na Saúde:

    Unidades Básicas de Saúde (UBS), Prontos-Socorros (PS) e hospitais;

    Na Segurança Pública:

    Delegacias de Defesa da Mulher (DDMs), Distritos Policiais (DPs) e Batalhões da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros;

    Nos órgãos do Sistema de Justiça:

    Ministérios Públicos, Defensorias Públicas e Ordem dos Advogados do Brasil.

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