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DA REDAÇÃO – ARAÇATUBA

Desde o início de julho de 2018 – há mais de dois anos – o prédio onde durante muito tempo funcionou o pronto-socorro da Rua Dona Ida – “Aida Vanze Dolce”, está abandonado, pela administração do prefeito Dilador Borges Damasceno. O pronto-socorro foi transferido para a área central da cidade, onde o município paga aluguel superior a R$ 25 mil por mês. Neste período, a Prefeitura pagou mais de meio milhão de reais em aluguel. Na edição do dia 20 de agosto, O LIBERAL REGIONAL publicou ampla reportagem mostrando o estado de abandono do prédio. O assunto teve destaque também nas rádios Clube FM e Jovem Pan FM Araçatuba e no Portal lr1, com grande repercussão nas redes sociais. Na segunda-feira (24), o reitor do Unisalesiano, padre Luigi Favero e representantes da Prefeitura visitaram o prédio e no dia seguinte, a assessoria distribuiu notícia falando sobre parceria para uso do prédio.

O prédio será revitalizado e transformado em ambulatório de especialidades por meio de parceria com o Unisalesiano. Segundo o padre Luigi Favero, a obra será feita em módulos,

Padre Luigi destaca que há o compromisso da universidade com o município para a saúde da região. “Por parte da universidade, desde a primeira semana do curso, os alunos já iam uma vez por semana às unidades de saúde para experiências e ajudar no atendimento, assim como na Santa Casa, e dar uma contrapartida no campo de formação dos agentes da saúde, da tecnologia e na infraestrutura”, disse.

O reitor adianta que o Unisalesiano já realiza processo licitatório, recebendo, na próxima semana, os orçamentos das empresas concorrentes. A obra será custeada pelo Unisalesiano.

 

OBJETIVO ALCANÇADO

Com a reportagem, o jornal O LIBERAL REGIONAL e as rádios do SRC queriam exatamente mostrar o estado de abandono do prédio, que tem boa estrutura para a área de saúde. O objetivo foi alcançado, pois a Prefeitura foi atrás e encaminhou a solução. Isso mostra que o jornal estava certo e mais uma vez leva a Prefeitura a encaminhar a solução de um problema. O patrimônio público não pode ser tratado com descaso e abandonado por mais de dois anos.

 


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