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DA REDAÇÃO – BIRIGUI

]Com o objetivo de conscientizar a população sobre a prevenção da leishmaniose visceral, a Secretaria de Saúde de Birigui realizará no período de 10 a 15 de agosto a intensificação nas atividades e orientações voltadas à Leishmaniose.

Os trabalhos farão parte da Semana Municipal de Controle e Combate à Leishmaniose, instituída pela lei 6.526/2018, e a Semana Estadual de Prevenção da Leishmaniose.

Durante a semana, haverá intensificação das visitas dos agentes nas residências, abordagem aos munícipes que estiverem na região central realizada por agentes na praça Dr. Gama com informações sobre a doença, orientações nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) através dos agentes comunitários de saúde e divulgação nas mídias.

“Como estamos vivendo um momento crítico de pandemia, este ano não será possível a realização de atividades educativas como palestras e exposições dialogadas. Neste ano as ações deverão ser individuais, a partir nossas próprias casas, cada um fazendo a sua parte”, disse a Agende de Combate a Endemias, Rosilene Montanholi.

DOENÇA

A leishmaniose visceral é uma doença infecciosa sistêmica, caracterizada por febre de longa duração, aumento do fígado e baço, perda de peso, fraqueza, redução da força muscular, anemia e outras manifestações.

É transmitida ao homem somente pela picada do inseto vetor infectado, o Lutzomyia longipalpis, mais conhecido como mosquito-palha ou birigui.

Conforme a Vigilância Epidemiológica, de 1º de janeiro a 11 de agosto deste ano, foram realizadas oito notificações de pacientes de Birigui com sintomas. Deste total, duas pessoas foram diagnosticadas com leishmaniose, sem óbito.

No ano passado, a cidade contabilizou dezoito notificações de pacientes de Birigui e um caso positivo, também sem nenhum óbito.

Apesar de grave, a doença tem tratamento, que é oferecido gratuitamente na rede municipal de saúde.

Já nos cães os sintomas são: crescimento das unhas, queda dos pelos, feridas na pele, secreção ocular, emagrecimento e perda do apetite.

Até o mês de junho foram realizadas 938 coletas para exames de leishmaniose r 41 cães foram diagnosticados com a doença. Em 2019 foram 2.844 coletas para exame, sendo 146 diagnosticados com leishmaniose.

A eutanásia é recomendada como uma das formas de controle da leishmaniose canina, integrada às demais ações orientadas pelo Ministério da Saúde.

PREVENÇÃO

A Secretaria de Saúde promove durante todo o ano ações de prevenção ao mosquito, por meio do trabalho de orientação da população em não manter matéria orgânica em decomposição nos quintais das casas, ambiente propício para o desenvolvimento do inseto, e sobre posse responsável.

Promove, também, ações de controle, como testes rápidos em cães, seguindo o plano de manejo e controle da leishmaniose, e a eutanásia dos animais positivos, além do tratamento da doença em humanos.

“Todas as atividades podem ser feitas a partir de sua própria casa. Não acumulem lixo nos quintais e nem jogue em terrenos baldios, mantenha uma rotina de limpeza de seus quintais e cuidados com seu animalzinho de estimação”, completou a Agente Rosilene.

Em casos de dúvidas, entrar em contato com Divisão de Vigilância e Controle de Vetores, que atende pelos telefones: 3643-6233 (ramal 224) ou 3643-6274.


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