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DA REDAÇÃO  – ARAÇATUBA

O clima seco e a baixa umidade do ar, característicos deste período do ano, deixam os olhos mais vulneráveis a doenças, como a conjuntivite alérgica, que pode evoluir para viral ou bacteriana, síndrome do olho seco e outras reações alérgicas (olhos vermelhos, lacrimejamento, ardência, coceira, fotofobia e irritação).

Com o vento frio e o tempo seco da estação, pessoas costumam tomar cuidados com a saúde da pele, relacionados principalmente à hidratação e proteção contra as baixas temperaturas. O problema é que acabam se esquecendo de que os olhos também merecem atenção. No frio, por exemplo, há maior concentração de pessoas em locais fechados e aquecidos. “É importante que os ambientes onde costumamos frequentar, sejam mantidos sempre livre de poeiras e bem ventilados”, explica a oftalmologista Ana Carolina Capelanes, do Hospital do Olho, em Araçatuba.

Um dos problemas mais comuns nesta época do ano é a conjuntivite, cujos primeiros sinais são olhos vermelhos, ardor e secreção. Outro desconforto é a síndrome do olho seco, em decorrência da baixa umidade, que tende a predominar durante os meses de inverno. Portanto, assim que sentir ardor, vermelhidão e sensibilidade à luz, sem secreção, sobretudo, em ambiente com aquecimento, é importante utilizar colírios lubrificantes, sob supervisão médica.

 

Raios solares

No verão, a exposição dos olhos ao sol é uma preocupação constante de quem deseja aproveitar ao máximo o período de férias ao lado da família, parentes e amigos. Contudo, o que muita gente se esquece é que, com a chegada do inverno esse, cuidado deve ser mantido. Por mais que não haja calor excessivo, o uso de óculos com proteção solar e cuidados com os horários de exposição ao sol devem ser permanentes, uma vez que os efeitos nocivos dos raios ultravioleta não saem de férias durante o frio.


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