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ANTONIO CRISPIM – ARAÇATUBA

Desde março, quando foi reconhecida a pandemia do novo coronavírus, diversos setores da economia pararam, como comércio, indústria e serviços. No entanto, a construção civil manteve-se ativa e com isso, todo o setor continuou a geração de postos de trabalho. Diversas empresas do setor destacaram os negócios feitos, como a Tecol, Constroen, Ferreira Engenharia, MRV e outras. Os empreendimentos já lançados mantiveram o ritmo de trabalho e outros estão sendo lançados agora, em plena pandemia. “Não existe crise permanente”, explica o empresário Jamil Buchalla, que acompanha as obras dentro do Vila Madalena I e deu início aos trabalhos no Vila Madalena II, com as vendas já iniciadas.

Especialistas reconhecem que a retomada da economia no Brasil vai passar por elevados investimentos na construção civil, seja em obras estruturantes ou habitacionais. Em Araçatuba o setor privado está fazendo a sua parte com várias obras em diferentes pontos da cidade. Dentro do Vila Madalena I, por exemplo, dezenas de casas estão sendo construídas e outras estão com plantas para aprovação. A portaria do condomínio informou que todos os dias aproximadamente 200 trabalhadores estão em atividades no local, atuando na construção das casas e nos investimentos do próprio condomínio. Mas isso representa muito mais emprego, pois tem a loja de material de construção, de ferragens, hidráulica, elétrica e outras.

A expectativa é de que com o fim da pandemia, quando a economia retomar a sua normalidade, rapidamente o número de empregos vai aumentar, já que muita gente que planeja a execução de obras decidiu esperar passar esse momento mais difícil para voltar ao investimento. Até mesmo grandes construtoras estão com projetos prontos para lançamento, aguardando apenas o melhor momento para lançar o empreendimento.

 

 

Empresário desafia a crise e prepara novo empreendimento

A8 Vila Madalena Jamil Buchalla (10)

O empresário Jamil Buchalla, um dos maiores investidores na região, aos 84 anos e 45 deles dedicados ao setor imobiliário, está desafiando a crise e preparando o Vila Madalena II. “Não existe crise permanente. As crises são passageiras. Além disso, sou apaixonado pelo Brasil e na capacidade de seu povo. Quando isso (a pandemia passar), rapidamente voltaremos a crescer e gerar muitos empregos. A resposta será imediata”, disse o empresário, que nessa semana deixou um pouco isolamento social apenas para acompanhar como estão as obras de implantação do novo empreendimento, mesmo assim com todos os cuidados que o momento requer.

Com o entusiasmo de um iniciante, Jamil Buchalla fala do Vila Madalena II, com 618 lotes de 200 a 300 metros quadrados. Ele explica que apenas 50% da área são colocados à venda. O restante destina-se a áreas verdes, praças e equipamentos de convivência. “Aqui priorizamos a qualidade de vida”, acrescenta Jamil, citando que nos dois condomínios serão aproximadamente 8 mil árvores de espécies nativas e frutíferas, para dar um aspecto diferente ao empreendimento. De acordo com o empresário, o novo empreendimento será aberto para construção em 2022. No entanto, a área já está sendo comercializada.


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