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CPFL tem ações para evitar furtos e facilitar negociação

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ANTÔNIO CRISPIM – ARAÇATUBA

Na sexta-feira o gerente do Departamento Comercial da CPFL Paulista, engenheiro Pedro de Aro, esteve em Araçatuba para encaminhar ações da empresa. Em entrevista exclusiva ao SRC (O LIBERAL REGIONAL, Clube FM e Jovem Pan FM), o executivo abordou várias questões, como a facilidade de acesso à empresa por meio de vários canais; negociações de débitos atrasados em até seis vezes no cartão; furto de energia (ligações clandestinas) e corte de energia. Pedro de Aro estava acompanhado do consultor de Negócios da CPFL, Kleber de Almeida Araujo e do advogado Camilo Paes de Barros.
Segundo Pedro de Aro, A CPFL atende 234 municípios em diferentes regiões de São Paulo, atendendo 4,6 milhões de clientes, o que representa uma população superior a 12 milhões de pessoas. Para atender satisfatoriamente a clientela, a empresa faz constantes investimentos na modernização do sistema e em canais de comunicação. Pedro de Aro disse que os clientes da CPFL têm a facilidade do aplicativo para smartphones ou usar o site. “Muitos serviços podem ser feitos sem sair de casa, como pedir segunda via da conta, parcelar em até seis vezes no cartão, trocar a titularidade da conta”, entre outros.
Quanto à inadimplência, gerente do Departamento Comercial afirmou que está muito elevada e explicou o corte de energia. “O corte pode ser feito com a primeira conta em atraso. Após 15 dias do reaviso, o corte pode ser feito. Não há necessidade de várias contas em atraso”, disse o executivo, explicando que os clientes inadimplentes podem procurar a empresa para negociar o débito em até seis vezes no cartão.
Outro problema muito sério e que ameaça a segurança da rede, são as ligações clandestinas (gatos). “Tem fraudadores que vendem facilidades, mas não falam das consequências. Fraudar energia é crime. Dá de 1 a 4 anos de prisão. Além disso, ao cometer a fraude, as pessoas estão colocando as suas vidas em risco, pois pode sofrer um choque elétrico e até falecer. É um prejuízo para a sociedade. Quem frauda energia não recolhe imposto, não contribui com o estado, prejudica o vizinho, pois deixa de contribuir com a tarifa e encarece o custo da energia”, disse o executivo.
Pedro de Aro disse que em Araçatuba foram detectadas 511 fraudes. “Recuperamos energia equivalente a
3,3 MWh. Isso daria para atender uma cidade de 15 mil habitantes por quatro meses”, disse o executivo, conclamando os clientes a fazerem denúncias de fraudes.

 


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