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DA REDAÇÃO – ARAÇATUBA

Criado em 1991, o Dia Mundial do Diabetes é uma forma de chamar a atenção da população para os riscos da doença e a importância de investimento em prevenção e tratamento adequados. O dia 14 de novembro destaca a necessidade de levar informação sobre a doença que acomete boa parte da população mundial e que, se não tratada, pode levar até à morte. Apenas entre 2006 e 2016, houve aumento de 60% no número de diagnósticos de diabetes no Brasil, de acordo com o Ministério da Saúde.
Diabetes é uma doença causada pela produção insuficiente ou dificuldade de ação da insulina, hormônio que tem a função de quebrar as moléculas de glicose (açúcar) transformando-as em energia para manutenção das células do nosso organismo. O diabetes se divide em dois grupos:
– No tipo 1, as células responsáveis pela defesa do organismo acabam atacando outras, capazes de sintetizar insulina, por causa de um defeito no sistema imunológico.
– Já no tipo 2, o organismo não produz insulina suficiente para controlar a taxa de açúcar no sangue, ou não é capaz de usar adequadamente a que produz.
Além destes dois tipos principais, podemos ter outros como o diabetes gestacional, diabetes secundário ao uso de medicações, secundário a pancreatite, diabetes neonatal.
Entre os sintomas da doença, estão fome e sede constantes, fraqueza e fadiga, visão embaçada, infecções, perda de peso sem motivo aparente, náuseas e vômito. Se não tratada corretamente, ela pode causar complicações nas artérias que nutrem o coração, os olhos, os rins e os nervos. Em casos mais graves, pode até levar à morte.
Segundo a Sociedade Brasileira de Diabetes, o país possui mais de 13 milhões de pessoas com diabetes atualmente, o que representa 6,9% da população nacional. No mundo, este número é de uma a cada 11 pessoas.
“A prevalência de diabetes está intimamente relacionada à presença de fatores de risco, como, por exemplo, idade acima de 45 anos, excesso de peso, histórico familiar de diabetes, sedentarismo, presença de outras doenças associadas, como pressão alta e alteração de colesterol e triglicérides, e apneia do sono”, explica a doutora Renata Marques, diretora de Gestão de Saúde da Care Plus.
Apesar dos números alarmantes, o diabetes tem fácil diagnóstico. E para realizar o tratamento, é necessário o controle da glicose no sangue, por meio de um monitor de glicemia ou bombas de insulina.

 


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