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Araçatuba contrata mais do que demite

ARNON GOMES – ARAÇATUBA

Após três meses consecutivos com saldo negativo, Araçatuba voltou a contratar mais do que demitir. De acordo com dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), do Ministério da Economia, divulgados ontem, o munícipio criou 83 postos de trabalho com carteira assinada em agosto.
O número é resultado da geração de 1.610 empregos formais ante 1.527 demissões no mês passado.
O saldo positivo foi ligeiramente puxado pela criação de oportunidades no setor de serviços, que já vinha sendo o principal destaque local na pesquisa, apesar de os meses anteriores terem registrado maior número de dispensas.
Sozinho, o chamado setor terciário da economia, que inclui os pequenos negócios, terminou o oitavo mês de 2019 com a abertura de 724 admissões de trabalhadores com carteira assinada.
Outros destaques da cidade no período consultado foram os setores de indústria de transformação e agropecuária, extração vegetal, caça e pesca que fecharam agosto deste ano com 32 e 38 vagas abertas, respectivamente.
O bom desempenho da indústria, aliás, já havia sido antecipado há quase duas semanas, quando pesquisa mensal do Ciesp (Centro das Indústrias do Estado de São Paulo) e da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) colocou a região de Araçatuba como a segunda melhor de todo o território paulista no mês.

BRASIL
Os números de Araçatuba acompanharam balanço nacional do emprego formal. Pelo quinto mês consecutivo, o Brasil teve um saldo positivo na criação de oportunidades de trabalho. Em agosto, o número de vagas adicionais no mercado foi 121.387, que é o saldo positivo decorrente 1.382.407 admissões e de 1.261.020 desligamentos.
O resultado de agosto representa uma variação de 0,31% em relação ao mês anterior. Foi o melhor resultado para agosto desde 2013, segundo os números. No acumulado de 2019, foram criados 593.467 postos, com variação de 1,55% do estoque do ano anterior. No mesmo período de 2018, houve crescimento de 568.551 empregos.
Todas as cinco macroreegiões do País registraram saldo positivo. No Sudeste, foram criados 51.382 novos empregos, seguido por Nordeste (34.697), Sul (13.267), Centro-Oeste (11.431) e Norte (10.610).8

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