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Usina começará a moagem em 2020

DA REDAÇÃO – PENÁPOLIS

Nesta semana o vice-prefeito de Penápolis, Carlos Alberto Feltrin, e o secretário municipal de Desenvolvimento e Trabalho, Enio Cesar Almeida, visitaram as instalações da Usina Nova Aliança. A empresa, que tem previsão de começar a moer já em 2020, produzirá açúcar e álcool. A expectativa é de empregar aproximadamente 200 pessoas na indústria e outras 300 no campo, de forma terceirizada.
No local, o vice-prefeito e o secretário foram recepcionados pelo gerente industrial, Luiz Peres Júnior; pelo gerente de recursos humanos, Carlos Roberto da Silva, o “Betão”; e pelo gerente de obras civis, Francisco Betti. Ainda na comitiva municipal, estava o secretário municipal de Planejamento, Coordenação e Zeladoria de Trânsito e Mobilidade Urbana, Mauro Olympio dos Anjos.
Na ocasião foi possível conhecer detalhes do empreendimento, que surgiu pela iniciativa do empresário Roberto Sodré Egreja e mais 18 sócios. A Usina Aliança fica localizada nas proximidades da rodovia Assis Chateaubriand, entre os municípios de Penápolis e Braúna.
Trata-se da antiga Usina Everest, cujas instalações estavam abandonadas há cerca de uma década, e que em setembro do ano passado foi assumida por Egreja e demais investidores parceiros. Desde então, iniciaram-se os trabalhos de recuperação das instalações já existentes, e término das demais estruturas e equipamento necessários para o início da produção.
Atualmente trabalham no local cerca de 100 pessoas, atuando em diferentes frentes de serviço, desde obras físicas até manutenção e implantação de equipamentos e máquinas.
O valor total do investimento está estimado em cerca de R$ 12 milhões, e a capacidade de moagem da usina é de até um milhão de toneladas por ano.
A usina Aliança terá um sistema de automação próprio, que produzirá, através do bagaço da cana, energia elétrica suficiente para manter a indústria em funcionamento. Inclusive existe a perspectiva de gerar um excedente, que por sua vez retornará para a concessionária, motivando um crédito para a usina.
O vice-prefeito Feltrin ficou entusiasmado ao conhecer o investimento, e destacou o dinamismo dos sócios que estão proporcionando este negócio tão importante para a cidade.
“Só temos que nos alegrar e parabenizar a todos os responsáveis por essa iniciativa. A cidade carece de gerar novos empregos e de novas fontes de arrecadação, e o anúncio do início da produção da usina para 2020 nos deixa muito satisfeitos”, comentou ele.
Conforme explicou o gerente industrial, Luiz Peres Júnior, as obras estão na etapa final, e devem levar mais 60 dias, aproximadamente.
“Depois disso faremos a moagem de cerca de 20 toneladas de cana para efeito de testagem de todo sistema”, contou.
“Nesta nossa primeira safra, devem ser moídas 500 mil toneladas de cana-de-açúcar, com previsão de 20 milhões de litros de álcool e 30 mil sacos de açúcar”, concluiu ele.

 

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