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Penápolis recupera convênio para construção de rotatória em frente a laticínio

ARNON GOMES – PENÁPOLIS

O que estava perdido acaba de ser recuperado. Penápolis obteve, nesta semana, a confirmação de que convênio com o Estado para a construção de rotatória em frente à empresa de laticínios Bonolat será retomado.
O anúncio foi feito pelo prefeito Célio de Oliveira (sem partido), ao lado do diretor da Asperbras Alimentos, Jorge Antônio, após audiência, em São Paulo, com o governador em exercício Rodrigo Garcia (DEM).
Segundo o chefe do Executivo municipal, na próxima semana, será assinado convênio da Prefeitura com o Estado, que investirá R$ 3,7 milhões na obra.
O montante é o mesmo previsto em parceria formalizada pelo município com o governo estadual em 21 dezembro do ano passado. No entanto, o contrato foi rescindido em 5 de janeiro deste ano pelo governador João Doria (PSDB) com base no decreto estadual 64.067/19, por meio do qual o Palácio dos Bandeirantes iria reavaliar contratos e cortar despesas. Na ocasião, outras obras anunciadas no final da gestão de seu antecessor, Márcio França (PSB), na região e em todo o Estado, foram canceladas.
De acordo com Célio, a construção da rotatória é fundamental para que a indústria da Bonolat entre em funcionamento no município. Um dos maiores investimentos anunciados em Penápolis nos últimos anos, esta fábrica tem previsão de produzir um milhão de litros de leite por dia, o que, segundo o prefeito, deve acarretar grande movimentação de caminhões para retirada do produto.
Desde a ruptura do convênio anterior, Célio vinha articulando junto com o Estado a retomada da parceria. Em vídeo divulgado pelo próprio prefeito, Rodrigo Garcia diz que a reunião desta semana foi a última tratativa para viabilizar a chamada “Rotatória da Bonolat”.
Diz o governador interino, na gravação: “Num esforço grande do governo João Doria, estamos assumindo o compromisso com Penápolis e vamos transformar este projeto em realidade para que gere emprego e gere renda”.
Quando estiver em funcionamento, a previsão é de que a Bonolat gere 300 empregos diretos e até 600 indiretos.
Com a retomada do convênio, a expectativa é de que a obra seja concluída ainda neste ano. “Feita a assinatura do convênio, abre-se a licitação com prazo de até 35 dias para definir a empresa vencedora e, depois, podemos dar a ordem de serviço. Por isso, acreditamos que, até o fim do ano, fique pronto”, disse Célio.

 

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