O Natal foi comemorado nesta quarta-feira (19) no Hospital Neurológico Ritinha Prates, de Araçatuba (SP). A festa foi realizada no salão de eventos da entidade, contou com decoração natalina, apresentações, muita música, mesa de quitutes, a presença de personagens de desenhos da Disney. Foi nesse clima que o Papai Noel chegou e distribuiu presentes. A comemoração reuniu os usuários, familiares, colaboradores e voluntários da instituição.
A psicóloga do Hospital, Rafaela Vieira Bocchio, explicou a importância desses momentos de descontração. “As ações lúdicas, principalmente fora do ambiente hospitalar proporcionam aos nossos usuários qualidade de vida, além de reinserção social. Isso está diretamente ligado à saúde. Essas festas são muito importantes, pois trata-se de um momento que confraternizamos com as famílias, e esse contato é fundamental para eles”, avaliou.
Mãe do usuário Paulo César, Cleusa Jardim da Silva fez questão de participar da comemoração. Ela marca presença na festa todos os anos, desde que o filho está na entidade. “Faço questão de reunir toda a minha família e participar de todos os eventos da instituição. É um momento muito especial que passamos junto com o meu filho”, afirmou Cleusa.

Solidariedade e gratidão
A gratidão é sentimento constante na Associação. Um dos seus fundadores, José Américo do Nascimento, fez questão de lembrar que a festa só foi possível graças à solidariedade de diversos parceiros, que doaram produtos e serviços.
Grupos apresentaram atrações que encantaram usuários, familiares e colaboradores da instituição, como o Doutores do Humor, que levou a Mulher Maravilha e outros integrantes; os Alienados Anônimos, com uma dança cigana; e o Atamor, com personagens da Disney (Mickey, Minnie, Pato Donald e Pateta). Criado há dois anos para auxiliar pacientes em tratamento de câncer, o grupo conta atualmente com cerca de 280 integrantes, e gentilmente aceitou o convite para participar da comemoração.
Como faz há sete anos, a educadora Sandra de Silos reuniu amigos que doaram presentes aos usuários do Hospital. Mesmo depois de 2015, quando seu pai faleceu – ele era usuário da entidade -, ela continuou a ação. “Comecei a doação quando o meu pai era atendido no Ritinha, e, assim como meus amigos, que sempre colaboram na arrecadação de brinquedos, sinto-me bem dando essa pequena contribuição, como um alento ao tratamento dos pacientes”.

DA REDAÇÃO
Araçatuba

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