Araçatuba

Virada de ano foi mais chuvosa que passagem de 2016 para 2017

Os últimos dias de 2017 e o começo de 2018 já acumularam mais chuva que o mesmo período de final de ano em 2016 em Araçatuba. Entre 26 de dezembro e 2 de janeiro choveram 138 mm, sendo que o período mais chuvoso foi exatamente a passagem de 31 para primeiro de janeiro, com 44 mm de precipitação. As informações são do Centro Integrado de Informações Agrometeorológicas (CIIAGRO).

Já na virada de 2016 para 2017 choveu menos, sendo que naquele ano praticamente não houve precipitação entre 26 e 31 de dezembro. Conforme o balanço hídrico do CIIAGRO as chuvas chegaram apenas no início de janeiro de 2017, quando choveu cerca de 122 mm nos primeiros treze dias. Dessa forma, em um espaço de tempo menor já houve 9% a mais de chuva nestes últimos dias que no período anterior.

HISTÓRICO DO ANO

Conforme o órgão, o mês mais chuvoso de 2017 foi janeiro, que acumulou 339,6 mm de precipitação e teve 24 dias de chuva, no total. Em seguida vem novembro, com 253,3 mm em 16 dias de chuva. Em maio a cidade registrou 130,2mm de precipitação acumulada em apenas sete dias de chuva, o maior volume para o mês desde 2007, quando choveram 162,4mm. Em junho foram sete dias de chuva e o acumulado ficou em 31,8mm, sendo que a média é de 41,7mm.

Já o mês de julho não registrou nenhum dia de chuva, situação que só ocorreu nos anos 1998 e 1999. Normalmente, a média para o mês é de 27,2mm, maior apenas que a de agosto, que é de 25,7mm. Nos anos que antecederam a crise hídrica no Estado de São Paulo julho e agosto, os dois meses mais secos do ano, tiveram os piores índices da série histórica do CIIAGRO, mas ainda chegaram a acumular precipitação, o que torna este ano uma exclusividade, já que não houve nenhuma chuva.

Outro período de estiagem semelhante a este foi registrado em 1998, quando Araçatuba ficou 45 dias sem chuva (entre 20 de junho e 03 de agosto). Mais recentemente, em 2006 a cidade secou por 37 dias entre 28 de junho e 03 de agosto. Essa característica deste período do ano provoca o aumento das queimadas.

PREVISÃO PARA O VERÃO

Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia o trimestre do verão é marcado por chuvas intensas, acompanhadas de rajadas de ventos e, por vezes, com queda de granizo. Normalmente essas chuvas são moduladas com a passagem de frentes frias, que ainda influenciam o clima, principalmente na faixa leste da região.

A massa de ar quente e úmida domina nesta época, contribuindo para a elevação das temperaturas e formação de áreas de instabilidade no período da tarde. Para o interior de São Paulo, os totais mensais de precipitação oscilam de 130 a 290 mm, as máximas oscilarão de 27 a 31 graus, as mínimas de 20 a 21ºC.

Os últimos dias de 2017 e o começo de 2018 já acumularam mais chuva que o mesmo período de final de ano em 2016 em Araçatuba. Entre 26 de dezembro e 2 de janeiro choveram 138 mm, sendo que o período mais chuvoso foi exatamente a passagem de 31 para primeiro de janeiro, com 44 mm de precipitação. As informações são do Centro Integrado de Informações Agrometeorológicas (CIIAGRO).

Já na virada de 2016 para 2017 choveu menos, sendo que naquele ano praticamente não houve precipitação entre 26 e 31 de dezembro. Conforme o balanço hídrico do CIIAGRO as chuvas chegaram apenas no início de janeiro de 2017, quando choveu cerca de 122 mm nos primeiros treze dias. Dessa forma, em um espaço de tempo menor já houve 9% a mais de chuva nestes últimos dias que no período anterior.

HISTÓRICO DO ANO

Conforme o órgão, o mês mais chuvoso de 2017 foi janeiro, que acumulou 339,6 mm de precipitação e teve 24 dias de chuva, no total. Em seguida vem novembro, com 253,3 mm em 16 dias de chuva. Em maio a cidade registrou 130,2mm de precipitação acumulada em apenas sete dias de chuva, o maior volume para o mês desde 2007, quando choveram 162,4mm. Em junho foram sete dias de chuva e o acumulado ficou em 31,8mm, sendo que a média é de 41,7mm.

Já o mês de julho não registrou nenhum dia de chuva, situação que só ocorreu nos anos 1998 e 1999. Normalmente, a média para o mês é de 27,2mm, maior apenas que a de agosto, que é de 25,7mm. Nos anos que antecederam a crise hídrica no Estado de São Paulo julho e agosto, os dois meses mais secos do ano, tiveram os piores índices da série histórica do CIIAGRO, mas ainda chegaram a acumular precipitação, o que torna este ano uma exclusividade, já que não houve nenhuma chuva.

Outro período de estiagem semelhante a este foi registrado em 1998, quando Araçatuba ficou 45 dias sem chuva (entre 20 de junho e 03 de agosto). Mais recentemente, em 2006 a cidade secou por 37 dias entre 28 de junho e 03 de agosto. Essa característica deste período do ano provoca o aumento das queimadas.

PREVISÃO PARA O VERÃO

Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia o trimestre do verão é marcado por chuvas intensas, acompanhadas de rajadas de ventos e, por vezes, com queda de granizo. Normalmente essas chuvas são moduladas com a passagem de frentes frias, que ainda influenciam o clima, principalmente na faixa leste da região.

A massa de ar quente e úmida domina nesta época, contribuindo para a elevação das temperaturas e formação de áreas de instabilidade no período da tarde. Para o interior de São Paulo, os totais mensais de precipitação oscilam de 130 a 290 mm, as máximas oscilarão de 27 a 31 graus, as mínimas de 20 a 21ºC.

Da Redação

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