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DA REDAÇÃO – ANDRADINA

No dia 12 de agosto comemora-se o Dia Nacional das Artes, instituído por meio de lei e decreto em 1978. Para marcar a data, o Programa Auto Estima, da SRCTV, canal aberto de Andradina, fez mostra das telas da professora Adeliz Regina Fernandes Rocha. O trabalho, apresentado por Carol Steves, foi comentado pela convidada especial do programa, a arquiteta Mari Antonieta Bernardo de Souza Zanata. Além das artes plásticas, o programa fez referências a outras manifestações artísticas.

De acordo com a legislação brasileira, o artista é o profissional que “cria, interpreta ou executa obra de caráter cultural de qualquer natureza, para efeito de exibição ou divulgação pública, através de meios de comunicação de massa ou em locais onde se realizam espetáculos de diversão pública”. O artista usa de toda a sua imaginação, criatividade e talento para emocionar, chocar ou mesmo registrar momentos importantes da história da humanidade. A arte nasceu com o homem e permanecerá após a sua morte.

Durante o programa foram apresentadas aproximadamente 10 telas de Adeliz Rocha, que usou diferentes técnicas e tintas a óleo e acrílica.

Os quadros apresentados no programa, assim como vários outros da coleção, estão à venda em um site especializado e os interessados podem entrar em contato com O LIBERAL REGIONAL no (18) – 3117-6640.

 

Quarentena estimulando as vocações

A quarentena imposta pela pandemia do novo coronavírus levou muitas pessoas a descobrirem novas habilitados ou até mesmo retomar antigos projetos. “Não adianta ficar em casa reclamando. É necessário ir à ação e foi o que eu fiz”, disse Adeliz Rocha, que se considera irrequieta. Como precisava manter o isolamento, Adeliz convidou a neta, Isabella para se aventurar na pintura. Ela conta que a sua única experiência foi há aproximadamente 40 anos, quando fez um quadro para uma colega professora.

Disposta a manter o isolamento necessário na quarentena, mas sem abrir mão de uma atividade, Adeliz foi aos pincéis e às tintas. Deixou fluir o seu conhecimento, fruto dos livros de arte e da visita a ateliês e exposições em diferentes partidos do mundo.

Adeliz Rocha diz que não tem uma técnica definida. “Depende do momento”, explica. Assim também como o uso do tipo de tinta. Na quarentena a professora Adeliz deixou aflorar a sua vocação para as artes plásticas e recomendou às demais pessoas, que como ela não conseguem ficar paradas, para iniciar uma atividade, seja na pintura, na literatura ou em qualquer outra manifestação artística.


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