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A Polícia Militar de Castilho prendeu, na manhã dessa quarta-feira (8), um homem de 43 anos suspeito de estar aterrorizando crianças e as famílias delas nos últimos dias na cidade e em Andradina. O autor estaria mostrando os órgãos genitais e se masturbando na frente delas. Em um dos casos, ele chegou a chamar uma das vítimas, mas ela não foi e contou o ocorrido aos pais.  

Segundo informações apuradas pela reportagem do jornal O LIBERAL REGIONAL, as investigações contra o homem tiveram início após uma vítima registrar boletim de ocorrência no último dia 20 de junho. No decorrer da mesma semana, outras três ocorrências contra o mesmo investigado também foram comunicadas à Polícia Civil de Andradina. 

Consta nos depoimentos que o suspeito estaria retirando o órgão genital das vestes e se masturbando na frente de crianças, todas do sexo feminino e com idade inferior aos dez anos.  

Com o prosseguimento dos trabalhos investigativos, a DDM (Delegacia de Defesa da Mulher) conseguiu identificar o homem e representou pela prisão preventiva dele pelos crimes de satisfação de lascívia mediante presença de criança ou adolescente e de aliciamento de criança. 

PRISÃO 

A detenção do suspeito ocorreu na cidade de Castilho por policias militares da cidade. A reportagem apurou que na tarde de terça-feira (7), as equipes policiais receberam duas solicitações de que o indivíduo estaria mostrando os órgãos genitais. Nas duas vezes, as viaturas foram atender o chamado, mas não conseguiram localizá-lo.  

Durante a manhã de quarta, um policial de folga encontrou o autor na rua e conseguiu abordá-lo e detê-lo até a chegada de reforço. O investigado foi encaminhado até a delegacia de Castilho, mas como o inquérito corria na DDM de Andradina, ele teve que ser transferido, ainda durante a manhã, para a cidade vizinha. 

A transferência do detento causou bastante revolta em frente à delegacia de Castilho. Muitas pessoas se aglomeraram do lado de fora e xingaram o indiciado. Depois de prestar depoimento, ele foi transferido para uma unidade prisional da região, onde deverá aguardar decisão judicial.  


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