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Comando de Operações Especiais da PM auxilia nas buscas de assassino

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As buscas pelo autor do atropelamento que matou o policial militar rodoviário Hércules Demétrio Pereira, 45 anos, continuaram durante toda essa quinta-feira (30). Os trabalhos contaram com o apoio do COE (Comando de Operações Especiais), da Polícia Militar, que é especializado em auxiliar em buscas em locais de difícil acesso.

 

Diversas equipes policiais continuaram nas proximidades da rodovia Marechal Rondon (SP-300), em Guaiçara, na tentativa de localizar o assassino. Até mesmo o TOR (Tático Ostensivo Rodoviário) de Araçatuba foi para o local prestar apoio, além do helicóptero Águia.

 

Desde o atropelamento do cabo Demétrio, as buscas não terminaram. Durante a tarde de quarta-feira (29), um suspeito de ter agido como ‘batedor’, aquele que dá cobertura para o carregador de entorpecentes, foi preso durante uma abordagem, mas o motorista da VW/Parati ainda não havia sido encontrado até o fechamento dessa edição.

 

ATROPELAMENTO

 

O cabo Demétrio e outros três policiais do TOR de Araçatuba estavam em fiscalização na altura do quilômetro 453, da rodovia Marechal Rondon, em Guaiçara. O policial deu ordem de parada ao veículo, mas o motorista não obedeceu e o atropelou. O Subtenente Fausto Santos não chegou a ser atingido pelo veículo, mas ficou ferido ao bater a cabeça com a queda de Demétrio.

 

O cabo chegou a ser socorrido com vida pelas unidades de resgate, mas não resistiu aos ferimentos e morreu alguns minutos depois. Já o subtenente ficou internado em observação e recebeu alta um dia depois dos fatos.

 

O carro do criminoso foi abandonado com quase 400 quilos de maconha. A droga foi apreendida e apresentava na delegacia de Lins, onde a ocorrência foi registrada. As investigações continuam.

 

AÇÃO DO GOE

 

Policiais civis do GOE (Grupo de Operações Especiais) cumpriram uma mandado de busca e apreensão na manhã dessa sexta no apartamento de um casal, localizado na rua Antônio dos Santos Ribeiro, no bairro Vilela, zona norte de Araçatuba. Os dois são suspeitos de terem feito uma publicação no Facebook debochando da morte do policial na página de notícias Regional Press.

 

O setor de inteligência da Polícia Civil identificou os suspeitos e deram o cumprimento ao mandado. O celular utilizado para a postagem foi apreendido e a dupla acabou liberada após prestar depoimento na Central de Flagrantes.

 

A polícia apurou que ambos possuem passagens criminais, inclusive a mulher, que foi presa pela mesma equipe de TOR atropelada levando drogas para Pacaembu.


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