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Tocha olímpica é acesa em cerimônia restrita a poucas autoridades por causa do coronavírus

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DA REDAÇÃO – SÃO PAULO
A chama olímpica foi acesa na manhã de ontem na cidade Olímpia, na Grécia, o que marca o início da sua jornada para o Japão. Por precaução em relação ao coronavírus, que fez a primeira vítima fatal na Grécia horas antes, a solenidade não foi aberta ao como nos anos anteriores. Simbolizando paz e esperança, o fogo olímpico vai viajar pelo Japão conclamando os valores Olímpicos. A tradicional cerimônia aconteceu perto do Templo de Hera e reafirmou a conexão entre os jogos modernos e sua origem histórica.
O presidente do Comitê Olímpico Internacional (COI), Thomas Bach, o presidente da Grécia, Prokopios Pavlopoulos, presidente do Comitê Organizador de Tóquio 2020, Toshiaki Endo, e outros convidados estiveram na cerimônia. Em seu discurso, o presidente do COI ressaltou o comprometimento de todos para o sucesso de Tóquio 2020 e o esforço das organizações esportivas pelo mundo pela contenção do coronavírus. Ele também assegurou que a saúde e a segurança de todos que participarão do revezamento da Tocha Olímpica, tanto na Grécia quanto no Japão, são prioridade.
A tocha olímpica começará sua jornada pelas mãos de Anna Korakaki, atleta grega medalhista olímpica no Rio 2016. Em seguida será passada para a atleta japonesa Noguchi Mizuki, medalha de ouro na maratona feminina em Atenas 2004. Após um tour de uma semana pela Grécia, o revezamento terá início no Japão no dia 26 de março. O COI calcula que em torno de 10 mil pessoas atuarão como condutores da Tocha Olímpica, que passará por 859 cidades em 121 dias antes de chegar a Tóquio para a cerimônia de abertura dos Jogos.

 


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