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A Polícia Civil de Araçatuba deflagrou na manhã dessa quinta-feira (16) uma operação que investiga fraudes em contratos de saúde em Birigui. Um advogado chegou a ser preso em flagrante por posse ilegal de arma de fogo, mas foi liberado em seguida após pagar fiança de dez mil reais.

A operação corre em segredo de Justiça, mas a reportagem do jornal O LIBERAL REGIONAL apurou que cinco mandados de busca e apreensão foram cumpridos pela DIG (Delegacia de Investigações Gerais) e GOE (Grupo de Operações Especiais) em Araçatuba e Birigui. Por conta da investigação correr em segredo de Justiça não há informações detalhadas de como o esquema funcionava, mas o alvo seria uma Organização de Saúde que administra unidades na região.

As equipes da polícia cumpriram mandado na Santa Casa de Birigui. Diversos documentos foram apreendidos. A Justiça não expediu nenhum mandado de prisão, mas durante as diligências, o GOE encontrou uma arma de calibre 380 na casa do advogado das empresas. Ele foi levado até a Central de Polícia Judiciária, onde prestou depoimento. Depois de pagar fiança de dez mil reais, ele foi liberado. Um veículo Toyota/Corolla também foi apreendido por suspeita de estar sendo pago com dinheiro de recursos desviados.

POSICIONAMENTO

Por meio de uma nota enviada pela assessoria de imprensa, a Santa Casa de Birigui informou que tomou ciência da operação realizada pelo Departamento da Polícia Civil de Araçatuba, onde de imediato, colaborou com as investigações e aguardará à apuração dos fatos para maiores esclarecimentos.

OUTRA PRISÃO

No fim de dezembro do ano passado, uma funcionária da Prefeitura de Birigui foi presa por peculato. Ela foi flagrada utilizando um veículo alugada pela Santa Casa de Birigui para fins particulares.

O Setor de Investigações da Polícia Civil conseguiu identificar a locadora que é proprietária do veículo e foram até o estabelecimento, onde foi encontrado o contrato de locação de um VW Gol, feito pela Santa Casa de Birigui, no valor mensal de R$ 2 mil, o qual venceria no final deste mês.

Segundo o que foi apurado pela polícia, a investigada é lotada na Secretaria Municipal de Saúde de Birigui, mas está afastada do trabalho por motivo de doença.

A mulher foi presa em flagrante pelo crime de peculato, que é a apropriação por funcionário público, de dinheiro, valor ou qualquer outro bem móvel, público ou particular, em proveito próprio ou alheio.

 


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