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Um pedagogo de 27 anos foi preso no último fim de semana em Penápolis, após a Justiça decretar sua prisão preventiva. O rapaz é investigado por ter praticado sexo oral com um adolescente de 13 anos no banheiro de uma praça na área central do município em maio deste ano. Ele também é suspeito de ter cometido outros cinco abusos dentro de uma escola. Até então, o acusado respondia pelo crime em liberdade.

A prisão foi realizada por policiais militares no bairro Vila Paraíso, no último domingo (1). O suspeito é investigado desde novembro do ano passado quando a polícia recebeu as denúncias de que ele teria abusado sexualmente de cinco crianças dentro de uma escola municipal de Penápolis. Desde então, a investigação corria em sigilo.

No último dia 22 de maio deste ano, a Polícia Civil recebeu uma nova denúncia de estupro contra o pedagogo. Dessa vez, o pai de um adolescente de 13 anos de idade disse em depoimento que estava pela praça Doutor Carlos Sampaio Filho, no centro de Penápolis, quando viu a bicicleta do filho deixada perto do banheiro público.

Estranhando aquela situação, o denunciante decidiu entrar no banheiro. Foi, nesse momento, que ele flagrou o indiciado praticando sexo oral no menor. Um boletim de ocorrência de estupro foi registrado.

Com a sexta denúncia recebida, a DDM (Delegacia de Defesa da Mulher) pediu a prisão temporária do suspeito, que foi autorizada pela Justiça no fim de maio. O homem foi preso dentro da prefeitura, onde trabalhava no setor administrativo. Após 30 dias, ele foi colocado em liberdade, já que na época, o juiz responsável pelo processo entendeu que não havia requisitos legais para que fosse decretada a prisão preventiva contra o pedagogo, negando o pedido da Polícia Civil e do Ministério Público.

Por meio de uma nota enviada à época dos fatos, a Prefeitura informou que todas as medidas foram tomadas contra o servidor a partir do momento que as denúncias vieram à tona em novembro do ano passado.

“Uma sindicância foi instaurada, e o servidor foi afastado de suas
funções junto à rede escolar, permanecendo em serviço administrativo em
outra unidade, longe de contato com crianças”.

Ainda segundo o posicionamento da administração municipal, o município se colocou à disposição da polícia e do Poder Judiciário para colaborar na apuração dos fatos.

“Da mesma fora, a Prefeitura tem dado respaldo psicológico aos envolvidos e familiares”, finalizou a nota.


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