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FOTO CEDIDA: IVAN AMBRÓSIO/ JORNAL INTERIOR

Familiares e amigos da jovem Késia Cândido, 19, morta no último sábado (23) ao ser atingida pela marquise do prédio de uma galeria de lojas no centro de Penápolis voltaram ao local uma semana depois da tragédia e fizeram uma passeata em homenagem à vítima.

Os participantes vestiam camisetas branca e usaram faixas para cobrar explicações do que realmente aconteceu. O pai da balconista chegou a fazer um discurso, bastante emocionado, em frente à entrada do estabelecimento comercial onde a filha morreu. Algumas pessoas seguravam bexigas brancas.

Ao término da passeata, cartazes e fotos de Késia foram colados em um tapume que cobre a parte frontal do prédio. Flores também foram depositadas no local. Os familiares foram os primeiros a colocarem rosas no exato local onde o corpo da jovem ficou debaixo dos escombros. Em seu discurso, Ezequias Cândido, pai da jovem, agradeceu o apoio dos penapolenses depois de tudo o que aconteceu.

INTERDIÇÃO

Uma semana depois do desabamento da marquise, o local ainda continua interditado pela Defesa Civil. A Polícia Civil já abriu inquérito e aguarda o resultado de laudos periciais para se chegar a uma conclusão do que realmente pode ter causado a queda dos blocos de concreto.

Era fim da manhã quando a vítima estava na área central do município. Ela aguardava o marido chegar e estava debaixo da marquise quando houve o desabamento. A jovem morreu ainda no local. Outra mulher, uma fisioterapeuta de 38 anos também foi atingida. Ela está internada em um hospital particular de Araçatuba e não corre risco de morte.


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