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INCÊNDIO ATINGE EXTENSA ÁREA DE PESQUISA DO ESTADO

O tempo seco ajudou a propagar mais um incêndio em vegetação em Andradina nesse fim de semana. Dessa vez, uma extensa área pertencente à Fazenda do Estado, destina à pesquisas científicas, foi queimada e destruída pelas chamas. Mesmo depois de 24 horas do fogo ter começado, equipes do Corpo de Bombeiros trabalharam no local na manhã de segunda-feira (30).

As chamas tiveram início no início da manhã de domingo (29) e se alastraram rapidamente pela vegetação seca. A área de pesquisas científicas da Apta (Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios) foi praticamente tomada pelo fogo. A reportagem do jornal O LIBERAL REGIONAL apurou que trata-se de uma propriedade de mais de 300 alqueires.

Com o avançar das chamas, áreas de mata nativa, de preservação ambiental, também não escaparam. Além das equipes do Corpo de Bombeiros, funcionários de usinas sucroalcooleiras da região tiveram que usar caminhões pipa no combate. Até mesmo os moradores das imediações tentaram fazer de tudo para ajudar.

Foram mais de seis horas de intenso combate, que só terminou no período da noite. A área queimada e os prejuízos não foram contabilizados, mas pesquisas foram perdidas com o incêndio. Ontem de manhã, os Bombeiros retornaram ao local e fizeram uma vistoria e o chamado “rescaldo”, a fim de encontrar algum foco de calor que pudesse ser transformado novamente em fogo.

Uma residência acabou sendo destruída pelas chamas. Apesar disso, não houve registros de feridos. As causas do incêndio ainda são desconhecidas. A Polícia Civil vai abrir inquérito para investigar o caso.

Esse foi o segundo incêndio de grandes proporções na cidade no mês de julho. No último dia 19, o frigorífico da JBS/Friboi estava no caminho do fogo e por pouco não acabou sendo atingido. Equipes do Corpo de Bombeiros da cidade, a Brigada Municipal e funcionários de usinas de álcool foram chamados e montaram uma verdadeira estrutura de guerra para que o incêndio fosse extinto.

O fogo também atingiu a área rural do empresário Mário Celso Lopes. Segundo os bombeiros, o imóvel dele não foi atingido. Por conta da vegetação seca, as chamas se alastraram rapidamente, surpreendendo as equipes do Corpo de Bombeiros. Em um primeiro momento, a grande preocupação dos combatentes era controlar os focos próximos ao frigorífico e, depois, seguir apagando o fogo nas demais localidades.

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