Projeto piloto de floresta urbana será no Jardim Bela Vista

O município de Birigui, por meio da Secretaria de Meio Ambiente de Desenvolvimento Sustentado, escolheu a rua Antenor Clarindo, no bairro Jardim Bela Vista, para implantar seu Projeto Piloto de uma floresta urbana, uma das diretivas de arborização urbana propostas pelo Programa Município Verde Azul, que tem como objetivo ampliar e preservar os espaços verdes dentro do perímetro urbano.

A rua Antenor Clarindo foi a escolhida para a implantação deste projeto devido as suas características, que apresenta área verde entre a rua e a linha férrea, praça e área permeável, além de ser uma rua de grande circulação de pessoas.

A rua liga as avenidas 9 de Julho e São Francisco e conta com várias árvores (eucaliptos), que formam um verdadeiro ‘paredão’ de sombra. O espaço também conta com árvores nativas, já plantadas e em fase de crescimento.

A ação realça a importância da arborização na área urbana do município, além de promover diversas vantagens como a conservação do solo, redução na temperatura do ambiente, redução da poluição, aumento da absorção da água da chuva.

O Projeto Piloto da Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentado destaca que a floresta urbana gera uma série de benefícios e serviços ambientais similares aos das áreas florestais nativas, embora apresente condições e características diferentes.

“A floresta urbana ajuda a moderar a temperatura ao longo do dia, mantém os níveis de umidade do ar, fornece sombra que reduz a evaporação causada pela radiação solar, absorve o CO2 da atmosfera, repõe oxigênio e retém partículas sólidas e produtos químicos que formam a poluição do ar e causam doenças respiratórias”, explicou o secretário municipal de Meio Ambiente, Juliano Salomão.

Segundo ele, além disso, a floresta urbana minimiza o perigo das inundações ao melhorar a porosidade do solo, reduzindo a compactação e facilitando a infiltração da água da chuva, melhoram a qualidade de vida e o bem-estar, tornando mais confortáveis os locais de residência, trabalho e lazer, além de melhorar a qualidade estética dos espaços públicos.

“As áreas verdes urbanas adequadamente distribuídas e interconectadas podem ser transformadas em corredores biológicos, facilitando a comunicação entre as plantas e animais, dispersando seu material genético e, assim, favorecendo a biodiversidade. Passa ser, ainda, um belo parque ecológico para caminhadas e atividade de lazer e recreação”, completou Salomão.

Da Redação

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