CIDADES DA REGIÃO ACUMULAM MAIS DE 6,5 MIL EMPREGOS EM CINCO MESES

ANTÔNIO CRISPIM
Araçatuba

No início da noite de quarta-feira (20), o Ministério do Trabalho e Emprego divulgou os índices do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados). No país, o número foi positivo, mas na região de Araçatuba, subdividido em quatro microrregiões e 43 municípios), o número foi negativo. Nas microrregiões de Araçatuba (sete cidades), Andradina (11) e Auriflama (sete) o saldo foi positivo, mas na de Birigui (18 cidades), o número foi negativo e comprometeu o saldo regional. No acumulado do ano, o saldo positivo é elevado e chega a 6.529 postos de trabalho, resultado de 33.122 admissões e 26.593 desligamentos.
O mês de maio apresentou números equilibrados nas três microrregiões. Andradina teve 970 admissões e 885 desligamentos, com saldo de 85 empregos com carteira assinada, tendo a indústria de transformação o setor que mais empregou. Já na microrregião de Araçatuba, 2.148 admissões e 2.106 desligamentos, com saldo de 42 empregos, sendo que o setor de serviços foi o maior empregador, enquando construção civil e comércio foram os que mais demitiram. Na microrregião de Auriflama foram 153 admissões e 123 desligamentos, co saldo de 30 empregos. Já na micorregião de Birigui, foram 1.910 admissões e 2.490 desligamentos, o que resultou em saldo negativo de 580 empregos. A indústria de transformação foi a que mais demitiu.
No acumulado do ano Andradina teve saldo de 2.241 empregos, com 7.059 admissões e 4.818 desligamentos. Araçatuba ficou com saldo de 1.460, com 12.606 admissões e 11.146 desligamentos. A microrregião de Birigui, mesmo com saldo negativo de maio, tem o número no cumulado do ano, com 2.577 novos empregos, resultado de 12.690 admissões e 10.113 desligamentos. Por fim, Auriflama, com saldo de 251, resultado de 767 admissões e 516 desligamentos.
O empresário Samir Nakad, diretor regional da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e presidente do Sindicato das Indústrias do Calçado e Vestuário de Birigui (Sinbi), admite que pelos números o mês de maio foi atípico. No entanto, reconheceu que “nessa época do ano costuma haver dispensas por conta da mudança de coleções”.

 

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