Estado recebe pedidos de R$ 470 mil para ambulâncias

ARNON GOMES – ARAÇATUBA

O governo do Estado deve receber, nos próximos dias, ofícios que, juntos, somam R$ 470 mil em pedidos de ambulâncias para municípios da região de Araçatuba. As solicitações estão em indicações feitas pela deputada estadual Clélia Gomes (Avante), que tem base eleitoral na capital paulista. Todos esses pedidos serão encaminhados ao governador Márcio França (PSB) após contatos que a parlamentar teve com os prefeitos dos seguintes municípios: Valparaíso, Alto Alegre, Lavínia, Rubiácea e Bento de Abreu.

A maior parte dos pleitos é para Alto Alegre, cidade de aproximadamente 4,1 mil habitantes, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Para lá, foram solicitados R$ 150 mil para a aquisição de duas viaturas. A deputada justifica que se trata de um município de pequeno porte, razão pela qual tem baixa arrecadação, necessitando de aportes do Estado.

Ela ressalta que o município oferece atendimento apenas na atenção básica à saúde, porém, com frequência, necessita encaminhar pacientes a Barretos, Jales, Araçatuba, Barretos, Jaú, São José do Rio Preto, São Paulo e outros que possuem atendimentos em especialidades.

Ontem à tarde, ao falar com a reportagem de O LIBERAL REGIONAL, a prefeita Helna Berto (PV) disse que tem planos de renovar a frota da saúde. Hoje, segundo ela, o município tem seis ambulâncias que atendem pacientes no hospital local, centro de saúde e os transporta para outras localidades. Ela cita que, para Araçatuba e Penápolis, por exemplo, chegam a ser feitas duas viagens por dia. “Então, precisamos dessa renovação. Tenho ambulância com 500 mil quilômetros rodados”, exemplifica a prefeita.

Depois de Alto Alegre, há pedidos para a compra de ambulâncias para as outras quatro cidades, no valor de R$ 80 mil para cada uma destas prefeituras. No caso de Valparaíso, o mais populoso dos municípios relacionados, o objetivo é oferecer melhora no transporte de pacientes pela Rede de Atendimento à Saúde, pactuada com cidades circunvizinhas. Em Rubiácea e Bento de Abreu, foi levado em consideração o fato de não haver hospital.

Em todos os casos, serão feitos estudos para o governo paulista viabilizar a liberação de recursos.

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