Preço dos combustíveis dispara na região em 24 horas

ANTÔNIO CRISPIM – ARAÇATUBA

Durante vários dias os preços dos combustíveis estiveram em baixa em Araçatuba e cidades da região. Em Andradina, por exemplo, o etanol chegou a ser comercializado até terça-feira (15) a R$ 2,029. Já em Araçatuba, o preço do mesmo combustível estava em torno de R$ 4,24. Já a gasolina não teve tanta queda. O preço mais baixo em Araçatuba chegou a R$ 3,859. No entanto, nesta terça-feira houve realinhamento de preços, com a gasolina subindo em torno de 30 centavos por litro e o etanol chegando a mais de 40 centavos.

De acordo com o levantamento de preços feito pela ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis) na semana de 6 a 12 de maio, o meno preço da gasolina em Araçatuba foi de R$ 3,859, o máximo de R$ 4,199 e preço médio de R$ 4,111. Já o etanol teve como preço mínimo, R$ 2,249, máximo de R$ 2,690 e médio de R$ 2,407.

No levantamento feito pela reportagem em cinco postos no final da tarde de terça-feira (15), o menor preço do etanol foi de R$ R$ 2,249 e o máximo era de R$ 2,690. Já a gasolina, o menor preço era de R$ 3,859. Na tarde desta quarta-feira, o etanol era comercializado a R$ R$ 2,649 e a gasolina a R$ 4,249. Expressivo aumento em 24 horas.

REAÇÃO DO SETOR

A Federação Nacional do Comércio de Combustíveis e de Lubrificantes (Fecombustíveis), por meio de notaa, manifestou a sua insatisfação em relação à política de preços da Petrobras, desde que passou a ter reajustes diários dos custos dos  ombustíveis, que tem afetado sobremaneira a população  brasileira.

“A política de preços de combustíveis adotada pela Petrobras em suas refinarias está trazendo prejuízo para famílias e empresas brasileiras que dependem de um bem prioritário. Não temos o intuito de defender o retorno ao passado, quando os preços eram controlados pelo governo. No entanto, a política de preços da estatal, que tem por base acompanhar o mercado internacional do petróleo, tem ocasionado oscilações desconexas em relação à realidade brasileira. A população ainda sofre os percalços da crise econômica, refletida na perda de poder aquisitivo, aumento da taxa de desemprego em 13,1% no primeiro trimestre, com 13,689 milhões de desempregados. Os trabalhadores recebem em real, e não em dólar”, diz a nota, que fala também sobre a excessiva carga tributária.

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