Jovem empreendedor fatura com loja virtual de coroas para velórios

Segundo o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas – SEBRAE, o Brasil conta com mais de 25 milhões de empreendedores. Destes, aproximadamente 20% têm idade entre 25 e 34 anos. Cada vez mais jovens, os empresários brasileiros começam a colher o fruto de seu trabalho também mais cedo, como é o caso de Eduardo Gouveia, criador do e-commerce Coroas para Velório.

Formado em Administração de Empresas, o jovem Eduardo saiu da universidade e foi buscar uma oportunidade de trabalho fora do país. Na volta, empregou-se um uma das mais importantes e conhecidas multinacionais do setor de bebidas, mas sentiu que poderia criar o próprio negócio.

Da necessidade pontual ao sucesso

O insight surgiu no momento em que o avô de Gouveia faleceu. Eduardo buscou na internet algum site em que pudesse encomendar uma coroa de flores para fazer a última homenagem e não encontrou nenhuma floricultura online que oferecesse o arranjo. Teve então que percorrer alguns bairros da capital paulista, onde reside, para achar um local que vendesse a coroa.

“Percebi que não existiam sites que oferecessem uma solução no meu caso. Foi aí que vi uma oportunidade, e decidi investir”, conta o empresário. Até então, não havia qualquer empresa online especializada em coroas fúnebres, produto que tem uma demanda constante.

Fundado em 2010, o e-commerce Coroas para Velório tem como destaque a entrega do produto em qualquer local do país – é possível encomendar uma coroa de flores em Porto Alegre e o arranjo ser entregue em Salvador, por exemplo, e a agilidade – o prazo médio de entrega é de duas horas.

Em pouco menos de dois anos, o site rendeu o primeiro milhão ao empresário, e mantém-se em constante crescimento. “Desde a fundação, nosso trabalho tem o objetivo de permitir às pessoas a realização de suas últimas homenagens de forma prática e ágil, facilitando a vida em um momento tão delicado. Além disso, atualmente busco novas soluções dentro do segmento de flores no Brasil”, finaliza Gouveia.

 

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