Jurista afirma que é preciso derrubar o sistema e fazer faxina pelo voto

O jurista Luiz Flávio Gomes (natural de Sud Mennucci) e idealizador do movimento “Quero um Brasil Ético” esteve nesta terça-feira (17) à noite da Fundação Educacional de Araçatuba para ministrar palestra aos alunos da primeira turma de direito. Em visita ao jornal O LIBERAL REGIONAL, o jurista disse que é “preciso derrubar o sistema” e fazer “uma faxina pelo voto”. Para ele, há dois tipos de eleitor: o eleitor cidadão e o eleitor cúmplice de ladrão.

Para Luiz Flávio Gomes, o sistema está podre. “A Lava Jato está fazendo uma limpeza. Ninguém imaginava ver Lula (ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva) e o empresário Marcelo Odebrecht presos”, disse o jurista, frisando que o povo agora precisa continuar a faxina, mas pelo voto, promovendo profunda mudança no Parlamento. Ele disse que há necessidade de uma renovação de pelo menos 50% para que o novo presidente não seja refém de corruptos.

Na avaliação de Luiz Flávio Gomes, corruptos devem ser punidos. “Independe se de esquerda ou direita. São corruptos”, enfatizou.

VISITAS

Como pré-candidato a deputado federal pelo PSB, Luiz Flávio Gomes manteve alguns contatos, principalmente com colegas advogados, como a vice-prefeita Edna Flor (pré-candidata a deputada estadual pelo PPS) e Antônio Barreto dos Santos (PSD), ambos colegas de turma de Luiz Flávio Gomes na Toledo de Araçatuba.

Quanto à sua pré-candidatura a deputado, o jurista explicou que quer levar para o Parlamento a sua luta por um Brasil ético. Suas principais bandeiras são: contínuo combate à corrupção, fim do foro privilegiado, fim da indicação política para o Supremo Tribunal Federal, fim da reeleição para o executivo e limitação de mandatos para o Legislativo

EDNA FLOR

A vice-prefeita Edna Flor, que estava acompanhando o jurista em suas visitas, disse que compartilha de sua bandeira luta e pela disposição de atuar por um país mais ético. Para Edna Flor, é gratificante uma jornada ao lado de Luiz Flávio Gomes para mudar a forma de fazer política.

ANTÔNIO CRISPIM – Araçatuba

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