Dilador quer ponte da Água Limpa construída no primeiro semestre

Devido às intensas chuvas do início do ano, uma ponte com linhas de tubo (aduelas) foi comprometida. Com isso, no dia 9 de janeiro Estrada Vicinal Vincenzo Mannarelli foi interdidata. Agora, 91 dias após a interdição, foi publicada a homologação da empresa vencedora da licitação para execução da obra. Como há prazos para recursos, é necessário aguardar para assinatura de contrato. Não havendo qualquer problema, o contrato pode ser assinado na próxima semana e o trabalho iniciado. Segundo o secretário de Obras, Constantino Alexandre Vourlis, desde o primeiro momento o prefeito Dilador Borges cobrou agilidade em todo o processo. O objetivo é concluído o trabalho ainda no primeiro semestre. A empresa Copel, que teve a melhor proposta, apresentou custo de R$ 288.082,45.

O secretário de Planejamento, Tadeu Consoni, explicou que por tratar-se de obra em manancial, precisou de licença da Cetesb e outorga do Departamento de Águas e Energia Elétrica (DAEE). “Porém, procuramos avançar em todo o processo, quando não havia qualquer impedimento de ordem legal. Por isso foi possível abrir a licitação em curto espaço de tempo”, disse o secretário. Segundo Consoni, a atual ponte tem três linhas de 3 metros quadrados cada, totalizando 9 metros quadrados. “Vamos instalar uma única linha celular de 4 x 4 metros, totalizando 16 metros quadrados. Isso representa aumento de 77,77% na vazão. Além disso, permite a passagem de material, como galhos, sem obstrução”, explicou Consoni.

Segundo o secretário Constantino, as aduelas em condições serão retiradas e levadas para a Sosp para aproveitamento em outro local.

TRANSTORNO

Os moradores da Água Limpa ficaram preocupados, pois lembraram que em 2016 ficaram isolados devido a problemas em uma ponte da Estrada Nametala Rezek sobre o Córrego Traitu. Na época, a Elyser Montenegro Magalhães, que poderia ser a alternativa, também estava interditada para obra.

A preocupação dos moradores era com a possível demora na recuperação da ponte. No dia da interdição, os moradores Vera Lúcia Celoni Mannarelli, Bortolo Celoni e Sérgio Luiz Fioroto e Cleber Humberto, o Binho, lembraram que em 2016 ficaram de janeiro a dezembro sem passagem pela Nametala Rezek.

OBRA

A obra da Nametala Rezek, em 2016, teve um custo de R$ 548.270,13, foi executada pela mesma empresa que venceu a licitação, a Copel, que é das mais experientes do estado neste tipo de serviço com aduelas de concreto.

CUSTOS

Com obras em 2016 ao custo de R$ 548.270,13 e em 2018 a R$ 288.082,45, o município investe mais de R$ 800 mil em pontes para acesso a regiões produtoras.

ANTÔNIO CRISPIM – Araçatuba

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