No Atlético, Oswaldo tentará recuperar atacantes que viveram um 2017 em baixa

O Atlético iniciou 2017 com um ataque que, somado todos os integrantes, havia marcado mais de mil gols na carreira. Neste ano, o número baixou consideravelmente, principalmente pelas saídas de Fred, Robinho, Lucas Pratto e Rafael Moura. Além disso, os jogadores que formam a nova linha ofensiva alvinegra buscam um 2018 melhor do que foi a temporada passada. Ricardo Oliveira, Luan, Róger GuedesErikCarlos e Hyuri não conseguiram um rendimento satisfatório, o que torna o novo ano uma espécie de redenção para todos eles.

Somando os seis jogadores, foram 162 partidas e 29 gols em 2017, uma média de 0,17 por partida. Por isso, o técnico Oswaldo de Oliveira terá papel fundamental na sequência dos atletas, algo que foi feito por ele no ano passado.

Em 2017, Oswaldo ajudou a recuperar o futebol de Robinho e Fred, que viviam longos jejuns de gol com a camisa alvinegra. O camisa 7 passava pela maior seca de gols da carreira e amargava o banco de reservas, mas tudo mudou com a chegada do novo treinador. O ex-camisa 9 alvinegro também passava por período complicado, mas cresceu de produção com o atual técnico do Galo.

Leia abaixo um resumo do ano de 2017 dos atacantes atleticanos

Ricardo Oliveira teve o melhor ano entre os atacantes do Atlético no ano passado. No entanto, os números não foram tão satisfatórios: 40 partidas e 12 gols marcados. O centroavante, de 37 anos, terminou a temporada em melhor forma, com seis gols em 12 jogos. O jogador reconhece que o ano não foi ideal, mas afirma que teve problemas na pré-temporada.

“Temporada passada não foi o que eu esperava, perdi a pré-temporada por causa de problemas. Meio do ano passado para cá foi excelente. Não sofri lesões musculares. Isso respalda”, relatou.

Ídolo da torcida do Atlético, Luan não viveu um bom ano em 2017. O meia-atacante sofreu com dores no joelho direito e lesões musculares, uma sina que atrapalha o jogador desde 2016. Em 2018, a expectativa é que ele supere a sequência de oito jogos seguidos, atingida no ano passado, e melhore os números: foram 26 jogos, com dois gols e três assistências.

Róger Guedes foi um dos principais reforços do Atlético para 2018. No ano passado, o jogador foi irregular durante toda a temporada do Palmeiras. Alternou entre titular e reserva até o fim de agosto, pela 21ª rodada do Campeonato Brasileiro, quando começou uma partida pela última vez. Daí para frente ele perdeu espaço com Cuca, foi cobrado pelos companheiros e acabou afastado após cometer o pênalti que garantiu ao Bahia um ponto contra o Alviverde em São Paulo (durou apenas um dia). No total, foram 49 jogos (30 como titular) e oito gols marcados.

Outro reforço vindo do Palmeiras é Erik. Ele teve ainda menos oportunidades que o companheiro. Foram apenas 14 partidas em 2017, seis delas como titular, e nenhum gol marcado. No Galo, ele tentará recuperar o bom futebol apresentado no Goiás, em 2015, quando jogou 34 vezes e marcou 15 gols.

Os outros dois atacantes do elenco voltam de empréstimo em 2018: Carlos e Hyuri. O primeiro esteve no Internacional em 2017. No começo do ano, foi titular durante o Campeonato Gaúcho. Acabou perdendo espaço por causa de lesões e chegada de concorrentes. A última partida como titular foi contra o Atlético, pela Primeira Liga, no fim de agosto. Ele jogou 31 vezes (10 como titular) e marcou seis gols.

Na China, Hyuri não teve oportunidades com o técnico sul-coreano Chang Woe-Ryong, como ele mesmo relatou ao Superesportes, no fim do ano passado. Foram apenas dois jogos oficiais com a camisa do Chongqing Lifan e um gol marcado. O atacante jogou mais pela equipe B e se destacou. Mesmo assim, não conseguiu convencer o treinador a escalá-lo no time principal.

Outros nomes

Além deles, o Atlético conta com Clayton, que sofreu grave lesão no joelho e só deve jogar no segundo semestre, e Pablo, que deve ser emprestado pelo clube.

Da Redação

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