Curiosidade: veja quais eram os empregos de 11 artistas antes da fama

Fique atento a quem te rodeia porque podem ser os popstars de amanhã. A menina que te serve o café, o cara que pesa seus gramas de presunto, a jovem que limpa seu quarto, o garoto que te atende no telemarketing… são tantas as opções: todo mundo tem um sonho e alguns conseguem realizá-lo. Você sabia que muitos artistas tiveram profissões bem comuns antes de ganharem fortunas e se tornarem tão famosos? Confira 11 casos:

LADY GAGA, garçonete
“Não era o que os meus pais queriam, mas eles me apoiaram. Não peguei nenhum dinheiro que eles ofereceram. Saí de casa para morar num minúsculo apartamento em Nova York. Fui garçonete, trabalhei na noite… foi duro, mas emocionante”, relembra.

MILEY CYRUS, faxineira temporária
“Eu tinha um emprego normal e, na verdade, eu gostei. Eu trabalhava nesse lugar chamado Sparkles Cleaning Service e limpava casas. Eu tinha 11 anos… Eu sei limpar vasos sanitários”, diz.

LEXA, atendente de padaria
“Foi uma época difícil, eu tinha 16 anos e precisava trabalhar para ajudar a minha família. Eu amadureci tanto, hoje eu valorizo cada centavo do que eu ganho. É uma parte da minha história que eu vou levar para sempre”, ressalta.

HARRY STYLES, atendente de padaria (também)
“Às vezes as pessoas têm uma percepção errada de você. São as pessoas dessa época que realmente me conhecem”, fala.

ANITTA, estagiária de administração
“Algumas pessoas na Vale olhavam de lado, não curtiam a minha tentativa artística, criticavam à boca miúda. O mais engraçado é que algum tempo depois eu vim malhar com essas mesmas pessoas na academia do prédio”, conta.

IVETE SANGALO, vendedora
“Eu já fazia música, mas tinha que trabalhar e minha mãe ficava ‘menina, esse negócio de tocar violão o dia inteiro!’. Eu tinha 18 anos. Aí fui atrás de meu emprego, mas durou só um mês, porque eu era um fracasso nas vendas”, diz.

CARDI B, stripper
Ela cursava faculdade com intuito de ser professora de história, mas trocou as aulas por casas de stripper. “Muita gente pensa: ‘quem poderia querer ser uma stripper?’. É por causa do dinheiro! Eu só queria fazer dinheiro. Eu desisti da faculdade porque senti que já estava arruinada”, lembra.

MALUMA, jogador de futebol
“Gostava muito do futebol, mas a música causou algo em mim que o futebol não estava causando. Via como a música me elevava. Eu me transportava para outro mundo quando estava no estúdio…”, explica.

VALESCA, frentista
“Fui muito feliz nesse trabalho e sempre fui tratada com dignidade pelo patrão e pelos colegas”, diz.

PABLLO VITTAR, operadora de telemarketing
“Trabalhei por três anos, mas picados. Largava, porque não aguentava e depois voltava. Trabalhar com o público é muito difícil, mas eu sempre dava meu closinho e ninguém me insultava, não. Inclusive, já arrumei até boy no telemarketing”, conta.

ALINE WIRLEY, empregada doméstica
Antes de fazer os testes para o Rouge no programa “Popstars”, Aline trabalhava como empregada doméstica. “Era do interior de São Paulo, de uma família de classe média baixa e trabalhei com muitas coisas, inclusive como empregada doméstica, por muito tempo, na esperança de realizar um sonho. Por isso tenho tanto carinho e respeito pelo Rouge. O grupo me abriu muitas portas”, conta.

Da Redação

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