Laboratório de energia solar do Unisalesiano possibilita ampliar projetos na área

O Unisalesiano de Araçatuba, em parceria com a Solis, inaugurou na sexta-feira (10) o Laboratório de Energia Solar. O evento contou com a participação de autoridades locais, alunos e professores da instituição, funcionários da empresa de energia solar de Birigui e do reitor do Unisalesiano, padre Luigi Favero.

O laboratório a céu aberto consiste em uma inovação na área acadêmica, pois os alunos das Engenharias e Arquitetura têm a possibilidade de conhecer na prática todo o processo de instalação e funcionamento dos mais diversos tipos de sistema de aquecimento solar. O espaço também é aberto para capacitação de profissionais da área de todo o país e desenvolvimento de novos projetos.

“Encontramos apoio aqui no Unisalesiano e juntos vamos crescer. Nossa região é a mais ensolarada do país e temos muito para aproveitar tanto na tecnologia do solar térmico tanto do fotovoltaico (desenvolve força eletromotriz pela ação da luz)”, explicou o CEO e diretor executivo da Solis, Luiz Antonio Santos Pinto.

A apresentação do projeto foi feita pelo gerente técnico da empresa, o engenheiro Leonardo Chamone Cardoso. Ele explicou que o laboratório possui quatro bancadas que simulam condições reais do funcionamento de sistema de aquecimento solar. “Temos duas bancadas de baixa pressão em circulação natural, modelo que representa hoje em torno de 80% das instalações no Brasil”, ressaltou ele, ao apontar outras duas bancadas de sistema de alta pressão – modelo que vem crescendo muito no país e garante mais conforto, vazão e pressão nas duchas.

Padre Luigi Favero destacou que a parceria deu certo e está muito satisfeito com os resultados. “Quero agradecer a Solis, vocês fizeram vossa parte e nós fizemos a nossa”, frisou o reitor, que abençoou todos os convidados e também o laboratório.

PESQUISA

De acordo com o coordenador dos cursos de Engenharias do Unisalesiano, Nelson Hitoshi Takiy, o objetivo é tornar o laboratório de energia solar uma referência de pesquisa. “A estrutura contribuirá não só para os cursos de engenharia mecânica, mecatrônica, civil e para arquitetura, mas também para toda a nossa região”, lembrou.

DA REDAÇÃO – Araçatuba

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