Aposentado relata o drama de ver dois assaltos à Protege

O aposentado Juarez Guilhen, residente à Rua Marcondes Salgado, entre as ruas Dona Ida e Antônio Freitas Menezes, aconpanhou os assaltos à Protege. O primeiro foi no início de outubro de 1997 e o segundo na madrugada desta segunda-feira (16). Ele conversou com a reportagem. E mesmo várias horas após o roubo, o homem ainda estava assustado. Como outros vizinhos, ele foi retirado da casa pela Polícia Militar devido aos riscos, pois o Grupo de Ações Táticas Especiais foi acionado para recolher explosivos que ficaram no local.

Segundo o aposentado, ele reside no local desde 1962. Esta na casa com a mulher. Eles já estavam deitados quando ocorreu a primeira explosão. Ele acredita que foi pouco antes de 1 hora. “A cama pulou. Eu falei para minha mulher que era assalto à Protege”, disse Juarez, explicando que houve uma sequência de explosões. “Parecia dinamite de pedreira”, acrescentou. Após as explosões, segundo o aposentado, foram muitos tiros e de diferentes armas.

Guilhen disse que em outubro de 1997 estave em frente à residência quando um armado chegou e mandou ele entrar que o “bicho vai pegar”. Era o assalto à Protege. “Da primeira vez foi tranquilo. Desta vez foi muito violento”, acrescenta o morador.

 

Antônio Crispim

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