Estacionar em local proibido lidera multas no trânsito, aponta relatório

O relatório apresentado na última reunião do Conselho Municipal de Trânsito (Comutran) de Pereira Barreto apontou que 31,84% das multas de trânsito se referem a Estacionar em Local/Horário proibido especificamente pela sinalização ou local/horário de estacionamento e parada proibidos. Embora parecidas, a primeira é considerada infração média e o condutor perde quatro pontos na CNH (Carteira Nacional de Habilitação) enquanto a segunda é infração grave com cinco pontos na carteira. Verifica-se pelo elevado índice que a multa por estacionar em local indevido tem se tornado rotina no município. Muitos se valem da desculpa de uma parada rápida, seja para deixar o filho na escola, ou somente descarregar/carregar um objeto, vale lembrar, não é permitido.

O valor da multa por estacionar em local indevido, não chega ser dos mais altos, porém este tipo de multa ocupa lugar de destaque, entre as penalidades que mais contribuem para somar pontos negativos na CNH. Visualiza-se do relatório que o segundo maior índice, com 10,65% de autuações refere-se a “Estacionar em Local/Horário de Estacionamento e Parada Proibidos pela Sinalização”. Depois, com 5,52% aparece “Estacionar no Passeio” (calçada); 4,62% – Dirigir Veiculo Utilizando Telefone Celular; 4,49% – Estacionar em Desacordo Com a Regulamentação – Vaga de Carga/Descarga; 4,36% – Estacionar ao Lado ou sobre Canteiro Central ou Divisores de Pista de Rolamento; 4,24% Deixar o Condutor de Usar Cinto de Segurança; 4,11% – Estacionar ao Lado de Outro Veículo em Fila Dupla; 3,59% – Usar no Veículo Equipamento de Som em Volume/Frequência não Autorizada pelo Contran. Estas as principais infrações cometidas por motoristas. A reunião do Comutran se pautou exclusivamente para discutir ações referentes à Semana Nacional de Trânsito, que acontecerá de 18 a 25 de setembro, com o tema “Minha escolha faz a diferença no trânsito”. As estatísticas apresentadas referem-se ao período de 01 de janeiro a 30 de agosto de 2017.

DA REDAÇÃO – Pereira Barreto

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