Gravadora de Taylor Swift dificulta acesso a “vídeos de reação” a “Look What You Made Me Do” no Youtube

“Look What You Made Me Do”, o single novo da Taylor Swift, é o hit do momento na cena pop global e claro que todo mundo quer tirar uma casquinha disso. No Youtube, pipocam “vídeos de reação” dos mais variados youtubers, dos mais diversos países. Mas eles tiveram sua vida dificultada pela TaylorNation – equipe que cuida da carreira da popstar e dos direitos autorais dela também. Em parceria com o Youtube, a TaylorNation e a Universal Music têm vasculhado o acervo de vídeos que utilizam as imagens do clipe dirigido por Joseph Kahn e colocado obstáculos para que eles sejam monetizados. Só quem deve lucrar com o clipe de Taylor Swift é… Taylor Swift. Pague meus boletos.

Como isso tem sido feito? Os usuários que postaram “vídeos de reação” foram notificados de que estão se apropriando de um conteúdo que não é deles. E tudo bem: ninguém foi retirado do ar – em termos. Podem usar, mas não monetizar. Vários “vídeos de reação” passaram a aparecer “indisponíveis” no celular, só sendo possível acessá-los por outras plataformas, como computador e notebook. Com isso, o alcance dos vídeos fica mais limitado. Quem quer assistir tem que acessar pelo computador. Mas será que alguém quer assistir tanto assim?

No Brasil, Felipe Neto, por exemplo, conquistou 592 mil acessos em um dia com seu “vídeo de reação” a “Look What You Made Me Do”. Mas usuários têm reclamado da dificuldade de vê-lo pelo celular. O vlogueiro, inclusive, gravou um vídeo novo reclamando da situação, porque 80% dos acessos de seu canal vem de celulares. “O que aconteceu? Por que meu vídeo saiu do ar? Porque existem empresas que são donas das músicas, donas desses clipes. Essas empresas podem fazer o que bem entenderem com as pessoas que usam suas músicas. É direito delas. É política interna delas”, diz o youtuber, “a Universal Music tomou uma decisão, absolutamente legal, correta, mas é burro. Se você faz um ‘react’ de clipe deles, eles decidem tirar do ar no ‘mobile’, o que significa tirar do ar para quase todo mundo”.

Da Redação

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