Um mês da estreia no Galo: como Micale avalia a evolução da equipe em seu comando

Há um mês, Rogério Micale estreava no comando do Atlético. As lembranças da primeira partida não são nada boas: derrota por 3 a 0 para o Botafogo e eliminação da Copa do Brasil. De lá para cá, foram mais seis partidas, com duas vitórias, um empate e três derrotas. O time também caiu nas oitavas de final da Copa Libertadores. Agora, vive a expectativa de chegar ao G6 e garantir a classificação para a próxima edição da competição mais importante do continente.

Mas como o treinador avalia esse período no Atlético? Para Micale, já existe uma evolução na equipe alvinegra. No entanto, ele espera que os resultados apareçam para justificar o crescimento alvinegro.

“Estou me dedicando, trabalhando, implantando um processo. Acredito muito na equipe. Estamos evoluindo, dentro do tempo que tenho. Espero que os resultados aconteça o mais rápido possível, porque são eles que nos sustentam, nos transmite confiança. Eu acho que o caminho é esse”, disse Micale, que lamenta as eliminações sofridas pelo Galo sob seu comando.

“A autocrítica que tenho é não ter conseguido as classificações que a gente queria. Sei da pressão, mas é um risco que assumimos. Continuo confiando e trabalhando esperando a melhora o mais rápido possível”.

O treinador sabia do desafio que teria ao aceitar o cargo no Atlético. Aos poucos, ele vai implantando o seu estilo de trabalho. Micale afirma que a aceitação dos jogadores à sua filosofia existe. Falta agora ver a equipe engrenar para encerrar a temporada 2017 sonhando com o objetivo traçado pela diretoria.

“Dentro daquilo que posso fazer, que é trabalhar tentar implantar algo que acredito, dentro das características, estou tentando fazer o melhor. Estou trabalhando todo dia com o planejamento. Os jogadores têm se dedicado, compraram a ideia. Não conseguimos muitas vezes fazer o que queremos em pouco tempo, mas não posso argumentar sobre isso, porque quando a gente aceita um desafio como esse, num clube da grandeza do Atlético, sabemos que podemos passar pelos dois momentos: dar tudo certo, por circunstâncias, merecimento, mérito dos jogadores, ou como as coisas podem não caminhar. Temos de estar preparados para as situações”, concluiu.

Da Redação

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