Cemic recebe título de utilidade pública estadual

Foi realizado no Centro de Estudos do Menor e Integração da Comunidade (Cemic) a formatura de 30 alunos dos cursos, que confere a entrega de Certificados de Qualificação, Curso de Auxiliar de Escritório em Geral – Menores Aprendizes, Capacitação – Comunicação Digital – Multimídia e Confeitaria e Panificação. No evento estiverem presentes a Irmã Maria Nilda, diretora-presidente do Cemic e várias autoridades do município, além dos assessores do deputado André Soares, Sérgio Antônio de Souza, Júlio César Ferreira e Alexandre Pires.

Ainda, participaram do evento 90 Menores Aprendizes, que estão inseridos no mercado de trabalho, 35 Agentes da Zona Azul, 180 jovens que frequentam a Instituição e seus familiares. Além do ex-aluno menor aprendiz Vitor Hugo Pinheiro da Silva Romão, que falou sobre os benefícios e experiência que o CEMIC lhe proporcionou em sua caminhada.

Na ocasião, a instituição agradeceu ao deputado André Soares, por seu empenho na conquista do título de Utilidade Pública Estadual ao Cemic.

Vale lembrar que que essa titularidade confere reconhecimento à instituição, atestando que a mesma realiza um trabalho de grande relevância social.

No final da solenidade, o Coral do Cemic se apresentou agradecendo e homenageando ao deputado André Soares e também, comemorando os 50 anos da instituição.

CEMIC
O CEMIC é uma organização sem fins lucrativos, de caráter educacional, cultural e de assistência social, que se dedica, há 50 anos, às atividades preventivas de promoção de crianças, adolescentes e jovens em situação de vulnerabilidade social. A entidade realiza projetos que vão desde atividades de artesanato, música, futebol, basquete, teatro, capoeira e primeiros socorros, dentre outras, à orientação e capacitação do Menor Aprendiz para o mercado de trabalho.

A ideia de criar a instituição surgiu, em 1967, por um grupo de professores e universitários do Centro de Estudos Pedagógicos “Dr. Mário Altenfelder Silva”, da Faculdade de Filosofia Ciências e Letras – FAL, como uma resposta à situação socioeconômica do bairro onde estava inserida, que contava com famílias empobrecidas e desestruturadas, além da presença de um cenário de desemprego e subemprego, com crianças e jovens a caminho da marginalização.

Da Redação

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